{"id":2222,"date":"2024-10-13T09:45:35","date_gmt":"2024-10-13T09:45:35","guid":{"rendered":"https:\/\/asmaria.org\/?p=2222"},"modified":"2025-06-04T11:10:21","modified_gmt":"2025-06-04T11:10:21","slug":"fatima-ao-detalhe-13-outubro-1917","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/asmaria.org\/en\/fatima-ao-detalhe-13-outubro-1917\/","title":{"rendered":"Fatima in detail | October 13, 1917"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;Section&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_margin=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;100%&#8221; max_width=&#8221;100%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; custom_margin=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_code raw_content_tablet=&#8221;<\/p>\n<section class=%22section-color%22><\/section>\n<style>\n.section-color {\n  background-color:rgba(172, 147, 93, 0.5);\n  height: 50vh;\n  width: 100%;\n}\n<\/style>\n<div class=%22titulo-art2%22>\n  <p04>13 DE OUTUBRO 1917<\/p04><\/br>\n<p05>F\u00c1TIMA AO DETALHE<\/p05><\/br><\/br><br \/>\n<img src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/FATIMA-AO-DETALHE-OUTUBRO.jpg%22><\/p>\n<div class=%22discla2%22>\n<div class=%22fotopessoa%22>\n  <img class=%22fotop%22 src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IR.BENEDITA-FatimaAoDetalhe.jpg%22><\/div>\n<div class=%22texto-pessoa%22>\n  <p201>Ir. Maria Benedita Costa, asm<\/p201><\/br>\n<p002>Irm\u00e3 da Alian\u00e7a de Santa Maria<\/p002><\/div>\n<\/div>\n<div class=%22contenttext2%22>\n  <\/br><\/br>\n  <p09>13 de outubro de 1917 <a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape1%22 id=%22roda1%22>%911%93<\/a><br \/>\n<\/br><br \/>\nAp\u00f3s a repeti\u00e7\u00e3o da promessa de que no m\u00eas seguinte se daria \u201cum milagre para que todos acreditassem\u201d \u2013 not\u00edcia que, usando o m\u00e9todo mais eficaz de divulga\u00e7\u00e3o desse tempo, o boca a boca, rapidamente chegou n\u00e3o s\u00f3 de norte a sul do pa\u00eds mas, inclusivamente, al\u00e9m fronteiras \u2013, os dias que antecederam o 13 de outubro de 1917 foram caracterizados por um intenso \u2013 e nunca antes visto \u2013movimento de peregrinos e curiosos em dire\u00e7\u00e3o ao, at\u00e9 ent\u00e3o, in\u00f3spito, desconhecido e pouco acess\u00edvel lugar da Cova da Iria.<\/br><br \/>\nComo a pr\u00f3pria Irm\u00e3 L\u00facia nos refere no relato que nas suas <i>Mem\u00f3rias<\/i> nos faz deste dia<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape2%22 id=%22roda2%22>%912%93<\/a> \u2013 do qual prescindimos quanto ao que ela, juntamente com os seus primos, viram enquanto a multid\u00e3o presenciava o milagre do sol \u2013 a multid\u00e3o presente nesse dia na Cova da Iria era de tal modo numerosa que, para poder garantir a sua presen\u00e7a na \u201c\u00e0 hora marcada\u201d por Nossa Senhora, os Pastorinhos tiveram que sair de casa \u201cbastante cedo, contando com as demoras do caminho\u201d.<\/br><br \/>\nA leitura do relato das Mem\u00f3rias desta Apari\u00e7\u00e3o, (quase) nada nos refere relativamente ao \u201cMilagre do Sol\u201d propriamente dito que \u2013 para grande espanto de todos \u2013 nenhum dos Pastorinhos viu, uma vez que, enquanto este decorria, eles contemplavam a sequ\u00eancia de vis\u00f5es narrada nas Mem\u00f3rias, como nos confirma uma resposta de L\u00facia a um dos interrogat\u00f3rios que se seguiram \u00e0 Apari\u00e7\u00e3o: \u00abNa ocasi\u00e3o em que estava a ver esta imagem, estava o povo a gritar: Olhem! Olhem! T\u00e3o bonito! E eu tamb\u00e9m olhei, a dizer ao povo que olhassem para l\u00e1, que estava S\u00e3o Jos\u00e9 e depois Nosso Senhor\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape3%22 id=%22roda3%22>%913%93<\/a>.<\/br><br \/>\nEste fen\u00f3meno solar foi atestado e relatado por milhares de testemunhas \u2013 crentes e n\u00e3o crentes \u2013 que, marcadas pela experi\u00eancia vivida n\u00e3o podiam \u201cn\u00e3o-proclamar\u201d o que tinham visto e ouvido naquele dia. A dimens\u00e3o do evento esperado era de tal modo grande que \u00ab\u201cO S\u00e9culo\u201d, de Lisboa, mandou um enviado especial \u00e0 Cova da Iria, na pessoa de Avelino de Almeida, que intitulou o seu artigo, no dia 15 de outubro: \u201cCoisas espantosas! Como o sol bailou ao meio-dia em F\u00e1tima \u2013 As apari\u00e7\u00f5es da Virgem \u2013 Em que consistiu o sinal do c\u00e9u \u2013 Muitos milhares de pessoas afirmam ter-se produzido o milagre \u2013 A guerra e a paz\u201d\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape4%22 id=%22roda4%22>%914%93<\/a>.<\/br><br \/>\nEfetivamente, s\u00e3o in\u00fameros os relatos de cores e movimentos inexplic\u00e1veis, bem como dos efeitos que estes tiveram na multid\u00e3o, dos quais, a t\u00edtulo de exemplo, trazemos apenas dois:<\/br><br \/>\n\u00abA chuva era torrencial, desde manh\u00e3. \u00c0 voz da L\u00facia, a chuva parou. Depois, o sol foi visto pela multid\u00e3o como um disco de prata fosca, sem brilho, tomando as v\u00e1rias cores do arco-\u00edris: laranja, verde, azul, rosa e dourado. A certa altura, pareceu desprender-se do c\u00e9u e precipitar-se sobre a terra. Seguidamente, pareceu rodopiar sobre si mesmo. Este movimento fez com que a multid\u00e3o gritasse: \u201cMilagre! Milagre! Perd\u00e3o e miseric\u00f3rdia!\u201d. A dura\u00e7\u00e3o deste movimento foi calculada diversamente: de dez a quinze minutos.\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape5%22 id=%22roda5%22>%915%93<\/a>.<\/br><br \/>\n\u00abComo toda aquela multid\u00e3o, olh\u00e1mos, ent\u00e3o, para o sol com aten\u00e7\u00e3o sustentada e, atrav\u00e9s das nuvens, vimo-lo com aspectos novos: novos para n\u00f3s, note-se bem. Umas vezes rodeado de chamas encarni\u00e7adas, outras vezes aureolado de amarelo ou roxo esbatido, outras vezes parecendo animado de veloc\u00edssimo movimento de rota\u00e7\u00e3o, outras vezes, ainda, aparentando destacar-se do c\u00e9u, aproximar-se da terra e irradiar um forte calor. Para qu\u00ea, neg\u00e1-lo? Estes fen\u00f3menos que jamais t\u00ednhamos visto, impressionaram-nos fortemente\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape6%22 id=%22roda6%22>%916%93<\/a>.<\/br><br \/>\nTerminamos com as palavras que D. Jos\u00e9 Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria, incluiu, a respeito do \u201cMilagre do Sol\u201d, na Carta Pastoral com que declarou as Apari\u00e7\u00f5es da Cova da Iria como \u201cdignas de cr\u00e9dito\u201d<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape7%22 id=%22roda7%22>%917%93<\/a>:  \u00abEsse fen\u00f3meno que nenhum observat\u00f3rio astron\u00f3mico registou e, portanto, n\u00e3o foi natural, presenciaram-no pessoas de todas as categorias e classes sociais, crentes e descrentes, jornalistas dos principais di\u00e1rios portugueses e at\u00e9 indiv\u00edduos a quil\u00f3metros de dist\u00e2ncia, o que destr\u00f3i toda a explica\u00e7\u00e3o de ilus\u00e3o colectiva\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape8%22 id=%22roda8%22>%918%93<\/a>.<\/br>\n<\/p09>\n<hr>\n<p><\/br>\n<p09><a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda1%22 id=%22rodape1%22>%911%93<\/a> Por uma quest\u00e3o de acessibilidade de consulta de fontes para aqueles que desejarem aprofundar o tema, citamo-las a partir da obra de Luciano Coelho Cristino (CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es de F\u00e1tima: reconstitui\u00e7\u00e3o a partir dos documentos<\/i>, F\u00e1tima, Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 2017, 1\u00aa ed.), na qual cada Apari\u00e7\u00e3o foi tratada individualmente do ponto de vista das fontes documentais.<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda2%22 id=%22rodape2%22>%912%93<\/a> JESUS, L\u00facia de, <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia I<\/i>, F\u00e1tima, Secretariado dos Pastorinhos, 2007, 13\u00aa ed., p. 180-181.<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda3%22 id=%22rodape3%22>%913%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 95.<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda4%22 id=%22rodape4%22>%914%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 94.<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda5%22 id=%22rodape5%22>%915%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 91-92.<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda6%22 id=%22rodape6%22>%916%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 97.<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda7%22 id=%22rodape7%22>%917%93<\/a> \u201cCarta Pastoral de D. Jos\u00e9 Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria, sobre o culto a Nossa Senhora de F\u00e1tima\u201d, <i>DOCUMENTA\u00c7\u00c3O Cr\u00edtica de F\u00e1tima: Sele\u00e7\u00e3o de Documentos (1917-1930)<\/i>. Fixa\u00e7\u00e3o de textos, introdu\u00e7\u00f5es e notas por Luciano Coelho Cristino. F\u00e1tima: Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 2013, Doc. 133, p. 539-551.<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda8%22 id=%22rodape8%22>%918%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 99.<\/p09>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<style>\n  .titulo-art2{\n    padding:0 20%;\n    transform:translatey(-10%);\n    color:white;\n    margin-bottom:-25%;\n  }\n    .contenttext2{\n    text-align: left;\n  text-justify: inter-word;\n  }<\/p>\n<p>  p04{\n    font-family:Montserrat;\n    font-size:30px;\n  }\n  p05{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    font-size:50px;\n    line-height:1\n  }<\/p>\n<p>  .discla2{\n    display:flex;\n    justify-content: flex-start;\n    column-gap:2%;\n    align-items: center;\n    transform:translatex(-12%);\n    margin-top:5%;\n  }\n  .fotopessoa{\n    padding:0;\n    width:10%;\n  }\n  .fotop{\n    border-radius: 50%;\n    width:70%;\n  }\n  p201{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p002{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p09{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n    font-weight:500;\n  }<\/p>\n<p>  .fundo{\n    background-color:blue;\n    padding;100% 0;\n  }\n<\/style>\n<p>&#8221; raw_content_phone=&#8221;<\/p>\n<section class=%22section-color%22><\/section>\n<style>\n.section-color {\n  background-color:rgba(172, 147, 93, 0.5);\n  height: 50vh;\n  width: 100%;\n}\n<\/style>\n<div class=%22titulo-art1%22>\n  <p4>13 DE OUTUBRO 1917<\/p4><\/br>\n<p5>F\u00c1TIMA AO DETALHE<\/p5><\/br><\/br><br \/>\n<img src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/FATIMA-AO-DETALHE-OUTUBRO.jpg%22><\/p>\n<div class=%22discla1%22>\n<div class=%22fotopessoa1%22>\n  <img class=%22fotop1%22 src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IR.BENEDITA-FatimaAoDetalhe.jpg%22><\/div>\n<div class=%22texto-pessoa%22>\n  <p201>Ir. Maria Benedita Costa, asm<\/p201><\/br>\n<p002>Irm\u00e3 da Alian\u00e7a de Santa Maria<\/p002><\/div>\n<\/div>\n<div class=%22contenttext1%22>\n  <\/br><\/br>\n  <p09>13 de outubro de 1917 <a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape1%22 id=%22roda1%22>%911%93<\/a><br \/>\n<\/br><\/br><br \/>\nAp\u00f3s a repeti\u00e7\u00e3o da promessa de que no m\u00eas seguinte se daria \u201cum milagre para que todos acreditassem\u201d \u2013 not\u00edcia que, usando o m\u00e9todo mais eficaz de divulga\u00e7\u00e3o desse tempo, o boca a boca, rapidamente chegou n\u00e3o s\u00f3 de norte a sul do pa\u00eds mas, inclusivamente, al\u00e9m fronteiras \u2013, os dias que antecederam o 13 de outubro de 1917 foram caracterizados por um intenso \u2013 e nunca antes visto \u2013movimento de peregrinos e curiosos em dire\u00e7\u00e3o ao, at\u00e9 ent\u00e3o, in\u00f3spito, desconhecido e pouco acess\u00edvel lugar da Cova da Iria.<\/br><\/br><br \/>\nComo a pr\u00f3pria Irm\u00e3 L\u00facia nos refere no relato que nas suas <i>Mem\u00f3rias<\/i> nos faz deste dia<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape2%22 id=%22roda2%22>%912%93<\/a> \u2013 do qual prescindimos quanto ao que ela, juntamente com os seus primos, viram enquanto a multid\u00e3o presenciava o milagre do sol \u2013 a multid\u00e3o presente nesse dia na Cova da Iria era de tal modo numerosa que, para poder garantir a sua presen\u00e7a na \u201c\u00e0 hora marcada\u201d por Nossa Senhora, os Pastorinhos tiveram que sair de casa \u201cbastante cedo, contando com as demoras do caminho\u201d.<\/br><\/br><br \/>\nA leitura do relato das Mem\u00f3rias desta Apari\u00e7\u00e3o, (quase) nada nos refere relativamente ao \u201cMilagre do Sol\u201d propriamente dito que \u2013 para grande espanto de todos \u2013 nenhum dos Pastorinhos viu, uma vez que, enquanto este decorria, eles contemplavam a sequ\u00eancia de vis\u00f5es narrada nas Mem\u00f3rias, como nos confirma uma resposta de L\u00facia a um dos interrogat\u00f3rios que se seguiram \u00e0 Apari\u00e7\u00e3o: \u00abNa ocasi\u00e3o em que estava a ver esta imagem, estava o povo a gritar: Olhem! Olhem! T\u00e3o bonito! E eu tamb\u00e9m olhei, a dizer ao povo que olhassem para l\u00e1, que estava S\u00e3o Jos\u00e9 e depois Nosso Senhor\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape3%22 id=%22roda3%22>%913%93<\/a>.<\/br><\/br><br \/>\nEste fen\u00f3meno solar foi atestado e relatado por milhares de testemunhas \u2013 crentes e n\u00e3o crentes \u2013 que, marcadas pela experi\u00eancia vivida n\u00e3o podiam \u201cn\u00e3o-proclamar\u201d o que tinham visto e ouvido naquele dia. A dimens\u00e3o do evento esperado era de tal modo grande que \u00ab\u201cO S\u00e9culo\u201d, de Lisboa, mandou um enviado especial \u00e0 Cova da Iria, na pessoa de Avelino de Almeida, que intitulou o seu artigo, no dia 15 de outubro: \u201cCoisas espantosas! Como o sol bailou ao meio-dia em F\u00e1tima \u2013 As apari\u00e7\u00f5es da Virgem \u2013 Em que consistiu o sinal do c\u00e9u \u2013 Muitos milhares de pessoas afirmam ter-se produzido o milagre \u2013 A guerra e a paz\u201d\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape4%22 id=%22roda4%22>%914%93<\/a>.<\/br><\/br><br \/>\nEfetivamente, s\u00e3o in\u00fameros os relatos de cores e movimentos inexplic\u00e1veis, bem como dos efeitos que estes tiveram na multid\u00e3o, dos quais, a t\u00edtulo de exemplo, trazemos apenas dois:<\/br><\/br><br \/>\n\u00abA chuva era torrencial, desde manh\u00e3. \u00c0 voz da L\u00facia, a chuva parou. Depois, o sol foi visto pela multid\u00e3o como um disco de prata fosca, sem brilho, tomando as v\u00e1rias cores do arco-\u00edris: laranja, verde, azul, rosa e dourado. A certa altura, pareceu desprender-se do c\u00e9u e precipitar-se sobre a terra. Seguidamente, pareceu rodopiar sobre si mesmo. Este movimento fez com que a multid\u00e3o gritasse: \u201cMilagre! Milagre! Perd\u00e3o e miseric\u00f3rdia!\u201d. A dura\u00e7\u00e3o deste movimento foi calculada diversamente: de dez a quinze minutos.\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape5%22 id=%22roda5%22>%915%93<\/a>.<\/br><\/br><br \/>\n\u00abComo toda aquela multid\u00e3o, olh\u00e1mos, ent\u00e3o, para o sol com aten\u00e7\u00e3o sustentada e, atrav\u00e9s das nuvens, vimo-lo com aspectos novos: novos para n\u00f3s, note-se bem. Umas vezes rodeado de chamas encarni\u00e7adas, outras vezes aureolado de amarelo ou roxo esbatido, outras vezes parecendo animado de veloc\u00edssimo movimento de rota\u00e7\u00e3o, outras vezes, ainda, aparentando destacar-se do c\u00e9u, aproximar-se da terra e irradiar um forte calor. Para qu\u00ea, neg\u00e1-lo? Estes fen\u00f3menos que jamais t\u00ednhamos visto, impressionaram-nos fortemente\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape6%22 id=%22roda6%22>%916%93<\/a>.<\/br><\/br><br \/>\nTerminamos com as palavras que D. Jos\u00e9 Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria, incluiu, a respeito do \u201cMilagre do Sol\u201d, na Carta Pastoral com que declarou as Apari\u00e7\u00f5es da Cova da Iria como \u201cdignas de cr\u00e9dito\u201d<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape7%22 id=%22roda7%22>%917%93<\/a>:  \u00abEsse fen\u00f3meno que nenhum observat\u00f3rio astron\u00f3mico registou e, portanto, n\u00e3o foi natural, presenciaram-no pessoas de todas as categorias e classes sociais, crentes e descrentes, jornalistas dos principais di\u00e1rios portugueses e at\u00e9 indiv\u00edduos a quil\u00f3metros de dist\u00e2ncia, o que destr\u00f3i toda a explica\u00e7\u00e3o de ilus\u00e3o colectiva\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape8%22 id=%22roda8%22>%918%93<\/a>.<\/br><\/br>\n<\/p09>\n<hr>\n<p><\/br>\n<p09><a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda1%22 id=%22rodape1%22>%911%93<\/a> Por uma quest\u00e3o de acessibilidade de consulta de fontes para aqueles que desejarem aprofundar o tema, citamo-las a partir da obra de Luciano Coelho Cristino (CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es de F\u00e1tima: reconstitui\u00e7\u00e3o a partir dos documentos<\/i>, F\u00e1tima, Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 2017, 1\u00aa ed.), na qual cada Apari\u00e7\u00e3o foi tratada individualmente do ponto de vista das fontes documentais.<\/br><\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda2%22 id=%22rodape2%22>%912%93<\/a> JESUS, L\u00facia de, <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia I<\/i>, F\u00e1tima, Secretariado dos Pastorinhos, 2007, 13\u00aa ed., p. 180-181.<\/br><\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda3%22 id=%22rodape3%22>%913%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 95.<\/br><\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda4%22 id=%22rodape4%22>%914%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 94.<\/br><\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda5%22 id=%22rodape5%22>%915%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 91-92.<\/br><\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda6%22 id=%22rodape6%22>%916%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 97.<\/br><\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda7%22 id=%22rodape7%22>%917%93<\/a> \u201cCarta Pastoral de D. Jos\u00e9 Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria, sobre o culto a Nossa Senhora de F\u00e1tima\u201d, <i>DOCUMENTA\u00c7\u00c3O Cr\u00edtica de F\u00e1tima: Sele\u00e7\u00e3o de Documentos (1917-1930)<\/i>. Fixa\u00e7\u00e3o de textos, introdu\u00e7\u00f5es e notas por Luciano Coelho Cristino. F\u00e1tima: Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 2013, Doc. 133, p. 539-551.<\/br><\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda8%22 id=%22rodape8%22>%918%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 99.<\/p09>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<style>\n  .titulo-art1{\n    padding:0 5%;\n    transform:translatey(-5%);\n    color:white;\n    margin-bottom:-25%;\n  }\n    .contenttext1{\n    text-align: left;\n  text-justify: inter-word;\n  }<\/p>\n<p>  p4{\n    font-family:Montserrat;\n    font-size:20px;\n  }\n  p5{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    font-size:35px;\n    line-height:1\n  }<\/p>\n<p>  .discla1{\n    display:flex;\n    justify-content: flex-start;\n    column-gap:0%;\n    align-items: center;\n    margin-top:5%;\n  }\n  .fotopessoa1{\n    padding:0;\n    width:18%;\n  }\n  .fotop1{\n    border-radius: 50%;\n    width:70%;\n  }\n  p201{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p002{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p09{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n    font-weight:500;\n  }<\/p>\n<p>  .fundo{\n    background-color:blue;\n    padding;100% 0;\n  }\n<\/style>\n<p>&#8221; raw_content_last_edited=&#8221;on|phone&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<section class=\"section-color\"><\/section>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<style><!-- [et_pb_line_break_holder] -->.section-color {<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  background-color:rgba(172, 147, 93, 0.5);<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  height: 50vh;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  width: 100%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->}<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/style>\n<p> <!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<div class=\"titulo-art\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <p04>13 DE OUTUBRO 1917<\/p04><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><p05>F\u00c1TIMA AO DETALHE<\/p05><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/FATIMA-AO-DETALHE-OUTUBRO.jpg\"><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!\u2013- [et_pb_br_holder] -\u2013><!\u2013- [et_pb_br_holder] -\u2013><!-- [et_pb_line_break_holder] --> <\/p>\n<div class=\"discla\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<div class=\"fotopessoa\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <img decoding=\"async\" class=\"fotop\" src=\"https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IR.BENEDITA-FatimaAoDetalhe.jpg\"><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<div class=\"texto-pessoa\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <p201>Ir. Maria Benedita Costa, asm<\/p201><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><p002>Irm\u00e3 da Alian\u00e7a de Santa Maria<\/p002><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<div class=\"contenttext\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <p09>13 de outubro de 1917 <a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape1\" id=\"roda1\">[1]<\/a><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Ap\u00f3s a repeti\u00e7\u00e3o da promessa de que no m\u00eas seguinte se daria \u201cum milagre para que todos acreditassem\u201d \u2013 not\u00edcia que, usando o m\u00e9todo mais eficaz de divulga\u00e7\u00e3o desse tempo, o boca a boca, rapidamente chegou n\u00e3o s\u00f3 de norte a sul do pa\u00eds mas, inclusivamente, al\u00e9m fronteiras \u2013, os dias que antecederam o 13 de outubro de 1917 foram caracterizados por um intenso \u2013 e nunca antes visto \u2013movimento de peregrinos e curiosos em dire\u00e7\u00e3o ao, at\u00e9 ent\u00e3o, in\u00f3spito, desconhecido e pouco acess\u00edvel lugar da Cova da Iria.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Como a pr\u00f3pria Irm\u00e3 L\u00facia nos refere no relato que nas suas <i>Mem\u00f3rias<\/i> nos faz deste dia<a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape2\" id=\"roda2\">[2]<\/a> \u2013 do qual prescindimos quanto ao que ela, juntamente com os seus primos, viram enquanto a multid\u00e3o presenciava o milagre do sol \u2013 a multid\u00e3o presente nesse dia na Cova da Iria era de tal modo numerosa que, para poder garantir a sua presen\u00e7a na \u201c\u00e0 hora marcada\u201d por Nossa Senhora, os Pastorinhos tiveram que sair de casa \u201cbastante cedo, contando com as demoras do caminho\u201d.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->A leitura do relato das Mem\u00f3rias desta Apari\u00e7\u00e3o, (quase) nada nos refere relativamente ao \u201cMilagre do Sol\u201d propriamente dito que \u2013 para grande espanto de todos \u2013 nenhum dos Pastorinhos viu, uma vez que, enquanto este decorria, eles contemplavam a sequ\u00eancia de vis\u00f5es narrada nas Mem\u00f3rias, como nos confirma uma resposta de L\u00facia a um dos interrogat\u00f3rios que se seguiram \u00e0 Apari\u00e7\u00e3o: \u00abNa ocasi\u00e3o em que estava a ver esta imagem, estava o povo a gritar: Olhem! Olhem! T\u00e3o bonito! E eu tamb\u00e9m olhei, a dizer ao povo que olhassem para l\u00e1, que estava S\u00e3o Jos\u00e9 e depois Nosso Senhor\u00bb<a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape3\" id=\"roda3\">[3]<\/a>.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Este fen\u00f3meno solar foi atestado e relatado por milhares de testemunhas \u2013 crentes e n\u00e3o crentes \u2013 que, marcadas pela experi\u00eancia vivida n\u00e3o podiam \u201cn\u00e3o-proclamar\u201d o que tinham visto e ouvido naquele dia. A dimens\u00e3o do evento esperado era de tal modo grande que \u00ab\u201cO S\u00e9culo\u201d, de Lisboa, mandou um enviado especial \u00e0 Cova da Iria, na pessoa de Avelino de Almeida, que intitulou o seu artigo, no dia 15 de outubro: \u201cCoisas espantosas! Como o sol bailou ao meio-dia em F\u00e1tima \u2013 As apari\u00e7\u00f5es da Virgem \u2013 Em que consistiu o sinal do c\u00e9u \u2013 Muitos milhares de pessoas afirmam ter-se produzido o milagre \u2013 A guerra e a paz\u201d\u00bb<a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape4\" id=\"roda4\">[4]<\/a>.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Efetivamente, s\u00e3o in\u00fameros os relatos de cores e movimentos inexplic\u00e1veis, bem como dos efeitos que estes tiveram na multid\u00e3o, dos quais, a t\u00edtulo de exemplo, trazemos apenas dois:<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u00abA chuva era torrencial, desde manh\u00e3. \u00c0 voz da L\u00facia, a chuva parou. Depois, o sol foi visto pela multid\u00e3o como um disco de prata fosca, sem brilho, tomando as v\u00e1rias cores do arco-\u00edris: laranja, verde, azul, rosa e dourado. A certa altura, pareceu desprender-se do c\u00e9u e precipitar-se sobre a terra. Seguidamente, pareceu rodopiar sobre si mesmo. Este movimento fez com que a multid\u00e3o gritasse: \u201cMilagre! Milagre! Perd\u00e3o e miseric\u00f3rdia!\u201d. A dura\u00e7\u00e3o deste movimento foi calculada diversamente: de dez a quinze minutos.\u00bb<a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape5\" id=\"roda5\">[5]<\/a>.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u00abComo toda aquela multid\u00e3o, olh\u00e1mos, ent\u00e3o, para o sol com aten\u00e7\u00e3o sustentada e, atrav\u00e9s das nuvens, vimo-lo com aspectos novos: novos para n\u00f3s, note-se bem. Umas vezes rodeado de chamas encarni\u00e7adas, outras vezes aureolado de amarelo ou roxo esbatido, outras vezes parecendo animado de veloc\u00edssimo movimento de rota\u00e7\u00e3o, outras vezes, ainda, aparentando destacar-se do c\u00e9u, aproximar-se da terra e irradiar um forte calor. Para qu\u00ea, neg\u00e1-lo? Estes fen\u00f3menos que jamais t\u00ednhamos visto, impressionaram-nos fortemente\u00bb<a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape6\" id=\"roda6\">[6]<\/a>.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Terminamos com as palavras que D. Jos\u00e9 Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria, incluiu, a respeito do \u201cMilagre do Sol\u201d, na Carta Pastoral com que declarou as Apari\u00e7\u00f5es da Cova da Iria como \u201cdignas de cr\u00e9dito\u201d<a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape7\" id=\"roda7\">[7]<\/a>:  \u00abEsse fen\u00f3meno que nenhum observat\u00f3rio astron\u00f3mico registou e, portanto, n\u00e3o foi natural, presenciaram-no pessoas de todas as categorias e classes sociais, crentes e descrentes, jornalistas dos principais di\u00e1rios portugueses e at\u00e9 indiv\u00edduos a quil\u00f3metros de dist\u00e2ncia, o que destr\u00f3i toda a explica\u00e7\u00e3o de ilus\u00e3o colectiva\u00bb<a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape8\" id=\"roda8\">[8]<\/a>.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p09><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<hr>\n<p><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><p09><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda1\" id=\"rodape1\">[1]<\/a> Por uma quest\u00e3o de acessibilidade de consulta de fontes para aqueles que desejarem aprofundar o tema, citamo-las a partir da obra de Luciano Coelho Cristino (CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es de F\u00e1tima: reconstitui\u00e7\u00e3o a partir dos documentos<\/i>, F\u00e1tima, Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 2017, 1\u00aa ed.), na qual cada Apari\u00e7\u00e3o foi tratada individualmente do ponto de vista das fontes documentais.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda2\" id=\"rodape2\">[2]<\/a> JESUS, L\u00facia de, <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia I<\/i>, F\u00e1tima, Secretariado dos Pastorinhos, 2007, 13\u00aa ed., p. 180-181.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda3\" id=\"rodape3\">[3]<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 95.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda4\" id=\"rodape4\">[4]<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 94.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda5\" id=\"rodape5\">[5]<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 91-92.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda6\" id=\"rodape6\">[6]<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 97.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda7\" id=\"rodape7\">[7]<\/a> \u201cCarta Pastoral de D. Jos\u00e9 Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria, sobre o culto a Nossa Senhora de F\u00e1tima\u201d, <i>DOCUMENTA\u00c7\u00c3O Cr\u00edtica de F\u00e1tima: Sele\u00e7\u00e3o de Documentos (1917-1930)<\/i>. Fixa\u00e7\u00e3o de textos, introdu\u00e7\u00f5es e notas por Luciano Coelho Cristino. F\u00e1tima: Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 2013, Doc. 133, p. 539-551.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda8\" id=\"rodape8\">[8]<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 99.<\/p09><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<style><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .titulo-art{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding:0 20%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    transform:translatey(-8%);<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:white;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    text-align: left;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  text-justify: inter-word;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    margin-bottom:-5%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p04{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:30px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p05{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:700;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:50px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    line-height:1<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .discla{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    display:flex;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    justify-content: flex-start;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    column-gap:2%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    align-items: center;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    transform:translatex(-12%)<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fotopessoa{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding:0;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    width:10%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fotop{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    border-radius: 50%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    width:100%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p201{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:700;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p002{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p09{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:500;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fundo{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    background-color:blue;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding;100% 0;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/style>\n<p>[\/et_pb_code][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; 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