{"id":2249,"date":"2024-08-19T10:45:48","date_gmt":"2024-08-19T10:45:48","guid":{"rendered":"https:\/\/asmaria.org\/?p=2249"},"modified":"2025-06-04T11:03:26","modified_gmt":"2025-06-04T11:03:26","slug":"fatima-ao-detalhe-19-agosto-1917","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmaria.org\/en\/fatima-ao-detalhe-19-agosto-1917\/","title":{"rendered":"Fatima in detail | August 19, 1917"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;Section&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_margin=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;100%&#8221; max_width=&#8221;100%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; custom_margin=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_code raw_content_tablet=&#8221;<\/p>\n<section class=%22section-color%22><\/section>\n<style>\n.section-color {\n  background-color:rgba(172, 147, 93, 0.5);\n  height: 50vh;\n  width: 100%;\n}\n<\/style>\n<div class=%22titulo-art2%22>\n  <p04>19 DE AGOSTO 1917<\/p04><\/br>\n<p05>F\u00c1TIMA AO DETALHE<\/p05><\/br><\/br><br \/>\n<img src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/FATIMA-AO-DETALHE-AGOSTO.jpg%22><\/p>\n<div class=%22discla2%22>\n<div class=%22fotopessoa%22>\n  <img class=%22fotop%22 src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IR.BENEDITA-FatimaAoDetalhe.jpg%22><\/div>\n<div class=%22texto-pessoa%22>\n  <p201>Ir. Maria Benedita Costa, asm<\/p201><\/br>\n<p002>Irm\u00e3 da Alian\u00e7a de Santa Maria<\/p002><\/div>\n<\/div>\n<div class=%22contenttext2%22>\n  <\/br><\/br>\n  <p09>\nOs acontecimentos que envolveram o dia 13 de agosto de 1917, muito mais que a viv\u00eancia de um trauma \u2013 que poderia ter ocorrido por terem sido retirados, contra a sua vontade e a dos seus pais, da seguran\u00e7a do seu ambiente familiar \u2013 deixaram nos Tr\u00eas Pastorinhos a tristeza pr\u00f3pria de quem, esperando ver uma pessoa que ama, sente goradas as suas expectativas pela impossibilidade do encontro, tristeza essa que se intensifica com a ideia de que a pessoa amada poder\u00e1 viver tamb\u00e9m essa mesma tristeza.<br \/>\n<\/br><br \/>\nExemplo disso, \u00e9 a narrativa que a Ir. L\u00facia nos faz relativamente ao modo como o Francisco viveu esses momentos, express\u00e3o clara da sua hierarquia de valores e prioridades que, neste momento, estava j\u00e1 bem consolidada:<br \/>\n<\/br><br \/>\n\u00abQuando, na pris\u00e3o, vimos que se passava a hora do meio-dia e que n\u00e3o nos deixavam ir \u00e0 Cova da Iria, o Francisco dizia:<\/br><br \/>\n\u2013 Talvez que Nossa Senhora nos venha a aparecer aqui.<\/br><br \/>\nMas, no dia seguinte, manifestava grande pena e dizia, quase a chorar:<\/br><br \/>\n\u2013 Nossa Senhora \u00e9 capaz de ter ficado triste, por a gente n\u00e3o ir \u00e0 Cova de Iria, e n\u00e3o voltar mais a aparecer-nos. E eu gostava tanto de A ver!<\/br><br \/>\nQuando a Jacinta, na cadeia, chorava com saudades da m\u00e3e e da fam\u00edlia, ele procurava anim\u00e1-la e dizia:<\/br><br \/>\n\u2013 A M\u00e3e, se n\u00e3o a tornarmos a ver, paci\u00eancia! Oferecemos pela convers\u00e3o dos pecadores. O pior \u00e9 se Nossa Senhora n\u00e3o volta mais! Isso \u00e9 que mais me custa! Mas tamb\u00e9m o ofere\u00e7o pelos pecadores.<\/br><br \/>\nDepois, perguntava-me:<\/br><br \/>\n\u2013 Olha: Nossa Senhora n\u00e3o voltar\u00e1 mais a aparecer-nos?<\/br><br \/>\n\u2013 N\u00e3o sei. Penso que sim.<\/br><br \/>\n\u2013 Tenho tantas saudades d\u2019Ela!<\/br><br \/>\nA apari\u00e7\u00e3o nos Valinhos foi, pois, para ele, de dobrada alegria. Sentia-se torturado pelo receio de que Ela n\u00e3o voltasse\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape1%22 id=%22roda1%22>%911%93<\/a>.<br \/>\n<\/br><br \/>\nVoltando o olhar para a Apari\u00e7\u00e3o decorrida \u201cfora do calend\u00e1rio\u201d, prescindimos, uma vez mais do relato registado nas <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia<\/i><a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape2%22 id=%22roda2%22>%912%93<\/a> para atender aos detalhes n\u00e3o t\u00e3o amplamente conhecidos que ficaram registados nas fontes da \u00e9poca. Conta-nos L\u00facia no seu primeiro escrito sobre as Apari\u00e7\u00f5es:<br \/>\n<\/br><br \/>\n\u00abChegando a nossa casa fomos logo pastar as ovelhas para um s\u00edtio chamado Valinho; andando na companhia do Francisco e do Jo\u00e3o; a Jacinta tinha ficado em casa; ent\u00e3o eu desconfiava que Nossa Senhora nos fizesse alguma visita e por inspira\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora, pedi ao Jo\u00e3o que fosse a casa chamar a Jacinta e como ele n\u00e3o quisesse ir, prometi dar-lhe um vint\u00e9m que tinha; ent\u00e3o ele foi; chegando a Jacinta deu um rel\u00e2mpago e apareceu a Senhora em cima duma carrasqueira.<br \/>\n<\/br><br \/>\n\u201cEnt\u00e3o o que \u00e9 que vossemec\u00ea me quer hoje?\u201d \u201cQuero que continuem a ir o resto dos meses \u00e0 Cova de Iria; se n\u00e3o tivessem ido embora, o milagre n\u00e3o era t\u00e3o conhecido\u201d. \u201cA mulher que tem o dinheiro manda perguntar o que \u00e9 que quer que se fa\u00e7a \u00e0quele dinheiro\u201d. \u201cQuero que fa\u00e7am dois andores no dia da festa de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio; um leva-o o Francisco com mais tr\u00eas rapazitos, outro levam-no as meninas com mais duas\u201d. \u201cQuero-lhe pedir por algumas pessoas que me pediram para a Senhora as curar\u201d; \u201cdaqui a um ano algumas ser\u00e3o curadas\u201d. E nisto subiu como todos os outros meses, inclinada para o lado do nascente\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape3%22 id=%22roda3%22>%913%93<\/a>.<br \/>\n<\/br><br \/>\nUm facto curioso relativamente a esta Apari\u00e7\u00e3o \u00e9-nos narrado, anos mais tarde pelo pai do Francisco e da Jacinta, a quem damos a palavra:<br \/>\n<\/br><br \/>\n\u00abEra domingo. E eu, s\u00f3 pela tarde, \u00e9 que cheguei a casa. Quando ia j\u00e1 perto, encontrei o pai do vizinho Augusto que me diz assim: \u201c\u00d3 ti Marto! Ent\u00e3o o milagre j\u00e1 est\u00e1 mais aprovado?\u201d %91\u2026%93. \u201cNossa Senhora tornou a aparecer aos seus cachopos, h\u00e1 bocado, nos Valinhos\u201d. %91\u2026%93 Nisto, vejo a Jacinta na estrada, aos pulos, muito satisfeita, com um ramo de carrasqueira na m\u00e3o e, ao mesmo tempo que ela entra em casa, chega-me um perfume assim t\u00e3o fino como eu nunca cheirei na minha vida. \u201c\u00d3 Jacinta, que \u00e9 o que trazes a\u00ed?\u201d lhe perguntei. \u201c\u00c9 um ramo de carrasqueira dos Valinhos, onde Nossa Senhora apareceu, ainda h\u00e1 bocado!\u201d \u201cOra deixa c\u00e1 ver!\u201d Peguei no ramo, cheirei-o, mas nada: o perfume tinha desaparecido!\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape4%22 id=%22roda4%22>%914%93<\/a>.<\/br>\n<\/p09>\n<hr>\n<p><\/br>\n<p09><a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda1%22 id=%22rodape1%22>%911%93<\/a> JESUS, L\u00facia de, <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia I<\/i>, F\u00e1tima, Secretariado dos Pastorinhos, 2007, 13\u00aa ed., p. 147.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda2%22 id=%22rodape2%22>%912%93<\/a> JESUS, L\u00facia de, <i>Mem\u00f3rias\u2026<\/i> p. 178-179.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda3%22 id=%22rodape3%22>%913%93<\/a> <i>DOCUMENTA\u00c7\u00c3O Cr\u00edtica de F\u00e1tima: Sele\u00e7\u00e3o de Documentos (1917-1930).<\/i> Fixa\u00e7\u00e3o de textos, introdu\u00e7\u00f5es e notas por Luciano Coelho Cristino. F\u00e1tima: Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 2013, Doc. 65, p. 233.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda4%22 id=%22rodape4%22>%914%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 69.\n<\/p09>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<style>\n  .titulo-art2{\n    padding:0 20%;\n    transform:translatey(-10%);\n    color:white;\n    margin-bottom:-35%;\n  }\n    .contenttext2{\n    text-align: left;\n  text-justify: inter-word;\n  }<\/p>\n<p>  p04{\n    font-family:Montserrat;\n    font-size:30px;\n  }\n  p05{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    font-size:50px;\n    line-height:1\n  }<\/p>\n<p>  .discla2{\n    display:flex;\n    justify-content: flex-start;\n    column-gap:2%;\n    align-items: center;\n    transform:translatex(-12%);\n    margin-top:5%;\n  }\n  .fotopessoa{\n    padding:0;\n    width:10%;\n  }\n  .fotop{\n    border-radius: 50%;\n    width:70%;\n  }\n  p201{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p002{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p09{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n    font-weight:500;\n  }<\/p>\n<p>  .fundo{\n    background-color:blue;\n    padding;100% 0;\n  }\n<\/style>\n<p>&#8221; raw_content_phone=&#8221;<\/p>\n<section class=%22section-color%22><\/section>\n<style>\n.section-color {\n  background-color:rgba(172, 147, 93, 0.5);\n  height: 50vh;\n  width: 100%;\n}\n<\/style>\n<div class=%22titulo-art1%22>\n  <p4>19 DE AGOSTO 1917<\/p4><\/br>\n<p5>F\u00c1TIMA AO DETALHE<\/p5><\/br><\/br><br \/>\n<img src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/FATIMA-AO-DETALHE-AGOSTO.jpg%22><\/p>\n<div class=%22discla1%22>\n<div class=%22fotopessoa1%22>\n  <img class=%22fotop1%22 src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IR.BENEDITA-FatimaAoDetalhe.jpg%22><\/div>\n<div class=%22texto-pessoa%22>\n  <p201>Ir. Maria Benedita Costa, asm<\/p201><\/br>\n<p002>Irm\u00e3 da Alian\u00e7a de Santa Maria<\/p002><\/div>\n<\/div>\n<div class=%22contenttext1%22>\n  <\/br><\/br>\n  <p09>\nOs acontecimentos que envolveram o dia 13 de agosto de 1917, muito mais que a viv\u00eancia de um trauma \u2013 que poderia ter ocorrido por terem sido retirados, contra a sua vontade e a dos seus pais, da seguran\u00e7a do seu ambiente familiar \u2013 deixaram nos Tr\u00eas Pastorinhos a tristeza pr\u00f3pria de quem, esperando ver uma pessoa que ama, sente goradas as suas expectativas pela impossibilidade do encontro, tristeza essa que se intensifica com a ideia de que a pessoa amada poder\u00e1 viver tamb\u00e9m essa mesma tristeza.<br \/>\n<\/br><br \/>\nExemplo disso, \u00e9 a narrativa que a Ir. L\u00facia nos faz relativamente ao modo como o Francisco viveu esses momentos, express\u00e3o clara da sua hierarquia de valores e prioridades que, neste momento, estava j\u00e1 bem consolidada:<br \/>\n<\/br><br \/>\n\u00abQuando, na pris\u00e3o, vimos que se passava a hora do meio-dia e que n\u00e3o nos deixavam ir \u00e0 Cova da Iria, o Francisco dizia:<\/br><br \/>\n\u2013 Talvez que Nossa Senhora nos venha a aparecer aqui.<\/br><br \/>\nMas, no dia seguinte, manifestava grande pena e dizia, quase a chorar:<\/br><br \/>\n\u2013 Nossa Senhora \u00e9 capaz de ter ficado triste, por a gente n\u00e3o ir \u00e0 Cova de Iria, e n\u00e3o voltar mais a aparecer-nos. E eu gostava tanto de A ver!<\/br><br \/>\nQuando a Jacinta, na cadeia, chorava com saudades da m\u00e3e e da fam\u00edlia, ele procurava anim\u00e1-la e dizia:<\/br><br \/>\n\u2013 A M\u00e3e, se n\u00e3o a tornarmos a ver, paci\u00eancia! Oferecemos pela convers\u00e3o dos pecadores. O pior \u00e9 se Nossa Senhora n\u00e3o volta mais! Isso \u00e9 que mais me custa! Mas tamb\u00e9m o ofere\u00e7o pelos pecadores.<\/br><br \/>\nDepois, perguntava-me:<\/br><br \/>\n\u2013 Olha: Nossa Senhora n\u00e3o voltar\u00e1 mais a aparecer-nos?<\/br><br \/>\n\u2013 N\u00e3o sei. Penso que sim.<\/br><br \/>\n\u2013 Tenho tantas saudades d\u2019Ela!<\/br><br \/>\nA apari\u00e7\u00e3o nos Valinhos foi, pois, para ele, de dobrada alegria. Sentia-se torturado pelo receio de que Ela n\u00e3o voltasse\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape1%22 id=%22roda1%22>%911%93<\/a>.<br \/>\n<\/br><br \/>\nVoltando o olhar para a Apari\u00e7\u00e3o decorrida \u201cfora do calend\u00e1rio\u201d, prescindimos, uma vez mais do relato registado nas <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia<\/i><a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape2%22 id=%22roda2%22>%912%93<\/a> para atender aos detalhes n\u00e3o t\u00e3o amplamente conhecidos que ficaram registados nas fontes da \u00e9poca. Conta-nos L\u00facia no seu primeiro escrito sobre as Apari\u00e7\u00f5es:<br \/>\n<\/br><br \/>\n\u00abChegando a nossa casa fomos logo pastar as ovelhas para um s\u00edtio chamado Valinho; andando na companhia do Francisco e do Jo\u00e3o; a Jacinta tinha ficado em casa; ent\u00e3o eu desconfiava que Nossa Senhora nos fizesse alguma visita e por inspira\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora, pedi ao Jo\u00e3o que fosse a casa chamar a Jacinta e como ele n\u00e3o quisesse ir, prometi dar-lhe um vint\u00e9m que tinha; ent\u00e3o ele foi; chegando a Jacinta deu um rel\u00e2mpago e apareceu a Senhora em cima duma carrasqueira.<br \/>\n<\/br><br \/>\n\u201cEnt\u00e3o o que \u00e9 que vossemec\u00ea me quer hoje?\u201d \u201cQuero que continuem a ir o resto dos meses \u00e0 Cova de Iria; se n\u00e3o tivessem ido embora, o milagre n\u00e3o era t\u00e3o conhecido\u201d. \u201cA mulher que tem o dinheiro manda perguntar o que \u00e9 que quer que se fa\u00e7a \u00e0quele dinheiro\u201d. \u201cQuero que fa\u00e7am dois andores no dia da festa de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio; um leva-o o Francisco com mais tr\u00eas rapazitos, outro levam-no as meninas com mais duas\u201d. \u201cQuero-lhe pedir por algumas pessoas que me pediram para a Senhora as curar\u201d; \u201cdaqui a um ano algumas ser\u00e3o curadas\u201d. E nisto subiu como todos os outros meses, inclinada para o lado do nascente\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape3%22 id=%22roda3%22>%913%93<\/a>.<br \/>\n<\/br><br \/>\nUm facto curioso relativamente a esta Apari\u00e7\u00e3o \u00e9-nos narrado, anos mais tarde pelo pai do Francisco e da Jacinta, a quem damos a palavra:<br \/>\n<\/br><br \/>\n\u00abEra domingo. E eu, s\u00f3 pela tarde, \u00e9 que cheguei a casa. Quando ia j\u00e1 perto, encontrei o pai do vizinho Augusto que me diz assim: \u201c\u00d3 ti Marto! Ent\u00e3o o milagre j\u00e1 est\u00e1 mais aprovado?\u201d %91\u2026%93. \u201cNossa Senhora tornou a aparecer aos seus cachopos, h\u00e1 bocado, nos Valinhos\u201d. %91\u2026%93 Nisto, vejo a Jacinta na estrada, aos pulos, muito satisfeita, com um ramo de carrasqueira na m\u00e3o e, ao mesmo tempo que ela entra em casa, chega-me um perfume assim t\u00e3o fino como eu nunca cheirei na minha vida. \u201c\u00d3 Jacinta, que \u00e9 o que trazes a\u00ed?\u201d lhe perguntei. \u201c\u00c9 um ramo de carrasqueira dos Valinhos, onde Nossa Senhora apareceu, ainda h\u00e1 bocado!\u201d \u201cOra deixa c\u00e1 ver!\u201d Peguei no ramo, cheirei-o, mas nada: o perfume tinha desaparecido!\u00bb<a style=%22color:#ad945d%22href=%22#rodape4%22 id=%22roda4%22>%914%93<\/a>.<\/br>\n<\/p09>\n<hr>\n<p><\/br>\n<p09><a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda1%22 id=%22rodape1%22>%911%93<\/a> JESUS, L\u00facia de, <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia I<\/i>, F\u00e1tima, Secretariado dos Pastorinhos, 2007, 13\u00aa ed., p. 147.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda2%22 id=%22rodape2%22>%912%93<\/a> JESUS, L\u00facia de, <i>Mem\u00f3rias\u2026<\/i> p. 178-179.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda3%22 id=%22rodape3%22>%913%93<\/a> <i>DOCUMENTA\u00c7\u00c3O Cr\u00edtica de F\u00e1tima: Sele\u00e7\u00e3o de Documentos (1917-1930).<\/i> Fixa\u00e7\u00e3o de textos, introdu\u00e7\u00f5es e notas por Luciano Coelho Cristino. F\u00e1tima: Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 2013, Doc. 65, p. 233.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda4%22 id=%22rodape4%22>%914%93<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 69.\n<\/p09>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<style>\n  .titulo-art1{\n    padding:0 5%;\n    transform:translatey(-6%);\n    color:white;\n    margin-bottom:-25%;\n  }\n    .contenttext1{\n    text-align: left;\n  text-justify: inter-word;\n  }<\/p>\n<p>  p4{\n    font-family:Montserrat;\n    font-size:20px;\n  }\n  p5{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    font-size:35px;\n    line-height:1\n  }<\/p>\n<p>  .discla1{\n    display:flex;\n    justify-content: flex-start;\n    column-gap:0%;\n    align-items: center;\n    margin-top:5%;\n  }\n  .fotopessoa1{\n    padding:0;\n    width:18%;\n  }\n  .fotop1{\n    border-radius: 50%;\n    width:70%;\n  }\n  p201{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p002{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p09{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n    font-weight:500;\n  }<\/p>\n<p>  .fundo{\n    background-color:blue;\n    padding;100% 0;\n  }\n<\/style>\n<p>&#8221; raw_content_last_edited=&#8221;on|phone&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<section class=\"section-color\"><\/section>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<style><!-- [et_pb_line_break_holder] -->.section-color {<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  background-color:rgba(172, 147, 93, 0.5);<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  height: 50vh;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  width: 100%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->}<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/style>\n<p> <!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<div class=\"titulo-art\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <p04>19 DE AGOSTO 1917<\/p04><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><p05>F\u00c1TIMA AO DETALHE<\/p05><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/FATIMA-AO-DETALHE-AGOSTO.jpg\"><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!\u2013- [et_pb_br_holder] -\u2013><!\u2013- [et_pb_br_holder] -\u2013><!-- [et_pb_line_break_holder] --> <\/p>\n<div class=\"discla\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<div class=\"fotopessoa\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <img decoding=\"async\" class=\"fotop\" src=\"https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IR.BENEDITA-FatimaAoDetalhe.jpg\"><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<div class=\"texto-pessoa\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <p201>Ir. Maria Benedita Costa, asm<\/p201><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><p002>Irm\u00e3 da Alian\u00e7a de Santa Maria<\/p002><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<div class=\"contenttext\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <p09><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Os acontecimentos que envolveram o dia 13 de agosto de 1917, muito mais que a viv\u00eancia de um trauma \u2013 que poderia ter ocorrido por terem sido retirados, contra a sua vontade e a dos seus pais, da seguran\u00e7a do seu ambiente familiar \u2013 deixaram nos Tr\u00eas Pastorinhos a tristeza pr\u00f3pria de quem, esperando ver uma pessoa que ama, sente goradas as suas expectativas pela impossibilidade do encontro, tristeza essa que se intensifica com a ideia de que a pessoa amada poder\u00e1 viver tamb\u00e9m essa mesma tristeza.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Exemplo disso, \u00e9 a narrativa que a Ir. L\u00facia nos faz relativamente ao modo como o Francisco viveu esses momentos, express\u00e3o clara da sua hierarquia de valores e prioridades que, neste momento, estava j\u00e1 bem consolidada:<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u00abQuando, na pris\u00e3o, vimos que se passava a hora do meio-dia e que n\u00e3o nos deixavam ir \u00e0 Cova da Iria, o Francisco dizia:<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u2013 Talvez que Nossa Senhora nos venha a aparecer aqui.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Mas, no dia seguinte, manifestava grande pena e dizia, quase a chorar:<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u2013 Nossa Senhora \u00e9 capaz de ter ficado triste, por a gente n\u00e3o ir \u00e0 Cova de Iria, e n\u00e3o voltar mais a aparecer-nos. E eu gostava tanto de A ver!<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Quando a Jacinta, na cadeia, chorava com saudades da m\u00e3e e da fam\u00edlia, ele procurava anim\u00e1-la e dizia:<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u2013 A M\u00e3e, se n\u00e3o a tornarmos a ver, paci\u00eancia! Oferecemos pela convers\u00e3o dos pecadores. O pior \u00e9 se Nossa Senhora n\u00e3o volta mais! Isso \u00e9 que mais me custa! Mas tamb\u00e9m o ofere\u00e7o pelos pecadores.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Depois, perguntava-me:<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u2013 Olha: Nossa Senhora n\u00e3o voltar\u00e1 mais a aparecer-nos?<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u2013 N\u00e3o sei. Penso que sim.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u2013 Tenho tantas saudades d\u2019Ela!<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->A apari\u00e7\u00e3o nos Valinhos foi, pois, para ele, de dobrada alegria. Sentia-se torturado pelo receio de que Ela n\u00e3o voltasse\u00bb<a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape1\" id=\"roda1\">[1]<\/a>.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Voltando o olhar para a Apari\u00e7\u00e3o decorrida \u201cfora do calend\u00e1rio\u201d, prescindimos, uma vez mais do relato registado nas <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia<\/i><a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape2\" id=\"roda2\">[2]<\/a> para atender aos detalhes n\u00e3o t\u00e3o amplamente conhecidos que ficaram registados nas fontes da \u00e9poca. Conta-nos L\u00facia no seu primeiro escrito sobre as Apari\u00e7\u00f5es:<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u00abChegando a nossa casa fomos logo pastar as ovelhas para um s\u00edtio chamado Valinho; andando na companhia do Francisco e do Jo\u00e3o; a Jacinta tinha ficado em casa; ent\u00e3o eu desconfiava que Nossa Senhora nos fizesse alguma visita e por inspira\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora, pedi ao Jo\u00e3o que fosse a casa chamar a Jacinta e como ele n\u00e3o quisesse ir, prometi dar-lhe um vint\u00e9m que tinha; ent\u00e3o ele foi; chegando a Jacinta deu um rel\u00e2mpago e apareceu a Senhora em cima duma carrasqueira.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u201cEnt\u00e3o o que \u00e9 que vossemec\u00ea me quer hoje?\u201d \u201cQuero que continuem a ir o resto dos meses \u00e0 Cova de Iria; se n\u00e3o tivessem ido embora, o milagre n\u00e3o era t\u00e3o conhecido\u201d. \u201cA mulher que tem o dinheiro manda perguntar o que \u00e9 que quer que se fa\u00e7a \u00e0quele dinheiro\u201d. \u201cQuero que fa\u00e7am dois andores no dia da festa de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio; um leva-o o Francisco com mais tr\u00eas rapazitos, outro levam-no as meninas com mais duas\u201d. \u201cQuero-lhe pedir por algumas pessoas que me pediram para a Senhora as curar\u201d; \u201cdaqui a um ano algumas ser\u00e3o curadas\u201d. E nisto subiu como todos os outros meses, inclinada para o lado do nascente\u00bb<a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape3\" id=\"roda3\">[3]<\/a>.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Um facto curioso relativamente a esta Apari\u00e7\u00e3o \u00e9-nos narrado, anos mais tarde pelo pai do Francisco e da Jacinta, a quem damos a palavra:<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u00abEra domingo. E eu, s\u00f3 pela tarde, \u00e9 que cheguei a casa. Quando ia j\u00e1 perto, encontrei o pai do vizinho Augusto que me diz assim: \u201c\u00d3 ti Marto! Ent\u00e3o o milagre j\u00e1 est\u00e1 mais aprovado?\u201d [\u2026]. \u201cNossa Senhora tornou a aparecer aos seus cachopos, h\u00e1 bocado, nos Valinhos\u201d. [\u2026] Nisto, vejo a Jacinta na estrada, aos pulos, muito satisfeita, com um ramo de carrasqueira na m\u00e3o e, ao mesmo tempo que ela entra em casa, chega-me um perfume assim t\u00e3o fino como eu nunca cheirei na minha vida. \u201c\u00d3 Jacinta, que \u00e9 o que trazes a\u00ed?\u201d lhe perguntei. \u201c\u00c9 um ramo de carrasqueira dos Valinhos, onde Nossa Senhora apareceu, ainda h\u00e1 bocado!\u201d \u201cOra deixa c\u00e1 ver!\u201d Peguei no ramo, cheirei-o, mas nada: o perfume tinha desaparecido!\u00bb<a style=\"color:#ad945d\"href=\"#rodape4\" id=\"roda4\">[4]<\/a>.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p09><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<hr>\n<p><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><p09><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda1\" id=\"rodape1\">[1]<\/a> JESUS, L\u00facia de, <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia I<\/i>, F\u00e1tima, Secretariado dos Pastorinhos, 2007, 13\u00aa ed., p. 147.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda2\" id=\"rodape2\">[2]<\/a> JESUS, L\u00facia de, <i>Mem\u00f3rias\u2026<\/i> p. 178-179.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda3\" id=\"rodape3\">[3]<\/a> <i>DOCUMENTA\u00c7\u00c3O Cr\u00edtica de F\u00e1tima: Sele\u00e7\u00e3o de Documentos (1917-1930).<\/i> Fixa\u00e7\u00e3o de textos, introdu\u00e7\u00f5es e notas por Luciano Coelho Cristino. F\u00e1tima: Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 2013, Doc. 65, p. 233.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda4\" id=\"rodape4\">[4]<\/a> CRISTINO, L. C., <i>As Apari\u00e7\u00f5es\u2026<\/i>, p. 69.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p09><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<style><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .titulo-art{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding:0 20%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    transform:translatey(-8%);<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:white;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    text-align: left;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  text-justify: inter-word;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    margin-bottom:-5%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p04{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:30px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p05{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:700;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:50px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    line-height:1<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .discla{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    display:flex;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    justify-content: flex-start;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    column-gap:2%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    align-items: center;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    transform:translatex(-12%)<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fotopessoa{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding:0;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    width:10%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fotop{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    border-radius: 50%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    width:100%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p201{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:700;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p002{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p09{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:500;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fundo{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    background-color:blue;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding;100% 0;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/style>\n<p>[\/et_pb_code][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; 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