{"id":4115,"date":"2025-05-07T09:43:21","date_gmt":"2025-05-07T09:43:21","guid":{"rendered":"https:\/\/asmaria.org\/?p=4115"},"modified":"2025-06-05T08:52:03","modified_gmt":"2025-06-05T08:52:03","slug":"os-santos-e-nos-santo-anjo-de-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmaria.org\/en\/os-santos-e-nos-santo-anjo-de-portugal\/","title":{"rendered":"THE SAINTS AND US | Holy Angel of Portugal"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_margin=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;100%&#8221; max_width=&#8221;100%&#8221; custom_margin=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_code raw_content_tablet=&#8221;<\/p>\n<style>\n .section-background {\n  background-attachment: fixed;\n  background-position: center;\n  background-size: cover;\n  height: 50vh;\n  width: 100%;\n  color: white;\n  display: flex;\n  justify-content: left;\n  align-items: center;\n}<\/p>\n<p>  \/* Estilos espec\u00edficos para cada imagem de header *\/\n  .parallax-homem {\n    background-image: url(%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/05_ANJO-PORTUGAL_MafaldaM-copia-scaled.jpg%22);\n    background-position-y: 10%;\n    display:flex;\n    flex-wrap:wrap;\n    justify-content: left;\n    align-items: end;\n    padding-bottom:5%;\n  }<\/p>\n<p>  p088{\n    font-family: Montserrat;\n    font-size:30px;\n  }\n   p89{\n    font-family: Montserrat;\n    font-weight:700;\n    font-size:50px;\n    line-height:1;\n  }\n  .rub{\n    padding-left:10%;\n  }<\/p>\n<\/style>\n<p><!DOCTYPE html><br \/>\n<html><br \/>\n<head><br \/>\n<meta name=%22viewport%22 content=%22width=device-width, initial-scale=1%22><\/p>\n<p>  <body><\/p>\n<section id=%22main-header%22 class=%22section-background parallax parallax-homem%22>\n<div class=%22rub%22>\n    <p088>RUBRICA<\/p088><\/br><p89>OS SANTOS E N\u00d3S<\/p89>\n  <\/div>\n<\/section>\n<div id=%22portugal%22 class=%22tabcontent%22>\n<div class=%22discla%22>\n<div class=%22fotopessoa%22>\n  <img class=%22fotop%22 src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Mafalda-Martinho-Novica.jpg%22><\/div>\n<div class=%22texto-pessoa%22>\n  <p201>Mafalda Martinho, asm<\/p201><\/br>\n<p002>Novi\u00e7a da Alian\u00e7a de Santa Maria<\/p002><\/div>\n<\/div>\n<div class=%22contenttext%22>\n  <\/br><\/br><\/p>\n<h3>SANTO ANJO DE PORTUGAL<\/h3>\n<p><\/br>\n  <p09>Sim, os anjos existem! Recuemos ao s\u00e9culo passado e fixemos o nosso olhar sobre a pequena aldeia de Aljustrel (F\u00e1tima). Foi nessa pequena aldeia, entre abril e outubro de 1916, que os pastorinhos Francisco, Jacinta e L\u00facia receberam, por tr\u00eas vezes, a visita de um anjo: o <strong>Anjo de Portugal<\/strong>. A primeira apari\u00e7\u00e3o passou-se na primavera, quando os pastorinhos estavam a brincar junto \u00e0 Loca do Cabe\u00e7o. Ao chegar junto deles, disse-lhes que era o Anjo da Paz e convidou-os a rezarem com ele, ensinando-lhes uma ora\u00e7\u00e3o. Na segunda apari\u00e7\u00e3o, ocorrida junto ao Po\u00e7o do Arneiro num dia de ver\u00e3o, o Anjo convidou-os uma vez mais \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e \u00e0 oferta de sacrif\u00edcios, em ato de repara\u00e7\u00e3o e de s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores. A terceira e \u00faltima apari\u00e7\u00e3o ocorreu no outono, novamente na Loca do Cabe\u00e7o. O Anjo ensinou aos pastorinhos uma nova ora\u00e7\u00e3o e deu-lhes a Sagrada Comunh\u00e3o. Por fim, apelando \u00e0 repara\u00e7\u00e3o (\u201c<i>consolai o vosso Deus<\/i>\u201d), desapareceu, deixando a alma dos pastorinhos completamente concentrada em Deus.<\/br><br \/>\nDiante de tudo isto, n\u00e3o deixa de ser curiosa (e interpeladora) a atitude do Francisco depois de cada uma destas apari\u00e7\u00f5es. Ele, embora conseguisse ver o Anjo, era o \u00fanico dos tr\u00eas que n\u00e3o ouvia as suas palavras. Por esse motivo, no final de cada apari\u00e7\u00e3o, perguntava \u00e0 L\u00facia e \u00e0 Jacinta tudo quanto o Anjo lhes tinha dito. O Francisco n\u00e3o tinha medo de fazer perguntas &#8211; <i>Quem \u00e9 o Alt\u00edssimo? Que quer dizer: os Cora\u00e7\u00f5es de Jesus e Maria est\u00e3o atentos? Etc. <strong><\/i>&#8211; e quando n\u00e3o compreendia voltava a questionar. E logo depois, acolhendo as respostas e os sil\u00eancios, era o primeiro a dizer: <i>\u201cO Anjo \u00e9 mais bonito que tudo isso. Pensemos n\u2019Ele.\u201d<\/i><\/strong><\/br><br \/>\nE n\u00f3s? Ser\u00e1 que temos a ousadia de perguntar o significado destas apari\u00e7\u00f5es? <strong>O que \u00e9 que o Anjo de Portugal e as suas apari\u00e7\u00f5es nos dizem hoje?&#8230;<\/strong> Estou em crer que o Anjo nos mostra e ensina essencialmente tr\u00eas coisas:<\/br><\/p>\n<ol>\n<li>A ora\u00e7\u00e3o como escola para crescer no conhecimento de Deus<\/li>\n<li>A oferta da vida di\u00e1ria como s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores<\/li>\n<li>A adora\u00e7\u00e3o como ato de repara\u00e7\u00e3o e consola\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ol>\n<p> <\/br><br \/>\nOlhemos para a <strong>ora\u00e7\u00e3o como escola para crescer no conhecimento de Deus<\/strong>. Quando o Anjo apareceu pela primeira vez aos pastorinhos, estes estavam entretidos nos trabalhos rotineiros com as ovelhas, que iam realizando entre brincadeiras. O Anjo aparece-lhes ent\u00e3o no ordin\u00e1rio das suas vidas e a primeira coisa que lhes pede \u00e9 que rezem com ele. O Anjo de Portugal \u00e9 um anjo orante que reza e ensina a rezar, o que faz dele um aut\u00eantico pedagogo. O Anjo torna-se um mistagogo para os pastorinhos, iniciando-os na f\u00e9, esperan\u00e7a e caridade \u2013 as tr\u00eas dimens\u00f5es teologais da exist\u00eancia crist\u00e3. Por outras palavras, o Anjo assinala uma altera\u00e7\u00e3o s\u00fabita e inesperada na normalidade quotidiana e serve de mediador entre o humano e o divino. Apelando constantemente \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e ensinando-nos a rezar \u2013 rezando connosco \u2013, <strong>o Anjo de Portugal apresenta-nos um itiner\u00e1rio espiritual para crescermos na rela\u00e7\u00e3o com Deus<\/strong>. Sendo mestre, introduz-nos na escola da ora\u00e7\u00e3o, com o prop\u00f3sito de conhecermos mais e melhor Aquele que o enviou. \u00c0 medida que se aproximava, os pastorinhos iam-lhe distinguindo as fei\u00e7\u00f5es. E aquele que outrora n\u00e3o se via, revela-se surpreendentemente de uma grande beleza. A ora\u00e7\u00e3o como escola para crescer no conhecimento de Deus permite-nos viver esta mesma experi\u00eancia com o pr\u00f3prio Deus. \u00c0 medida que nos aproximamos na ora\u00e7\u00e3o, a beleza do rosto de Deus vai-nos sendo revelada e apresentada. <\/br><br \/>\nA par do pedido de ora\u00e7\u00e3o constante, <strong>o Anjo pede a oferta de sacrif\u00edcios como s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores<\/strong>. Os pastorinhos perguntaram-lhe como se poderiam sacrificar e, em resposta, o Anjo disse-lhes que de tudo o que pudessem oferecessem sacrif\u00edcios. Ensinou-lhes, desta forma, que os sacrif\u00edcios quotidianos agradam a Deus, n\u00e3o sendo necess\u00e1rias a\u00e7\u00f5es espalhafatosas. O Anjo de Portugal aprofunda, assim, a espiritualidade do quotidiano, que nos leva a compreender como Deus nos ama e quer ser amado. <strong>A espiritualidade da oferta da vida di\u00e1ria conduz-nos ao cerne da mensagem trazida pelo Anjo e, portanto, ao cerne de todo o Evangelho: a universalidade da possibilidade de salva\u00e7\u00e3o.<\/strong> A oferta da vida di\u00e1ria torna-se s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores quando, por amor, nos transfiguramos em caridade incarnada. Isto \u00e9, quando nos tornamos incarna\u00e7\u00e3o do ato caritativo de Deus, com pequenas ofertas \u00e0 oferta da pr\u00f3pria vida, somos meio de salva\u00e7\u00e3o para todos aqueles que n\u00e3o creem, n\u00e3o adoram, n\u00e3o esperam e n\u00e3o amam.<\/br><br \/>\nE isto leva-nos \u00e0 <strong>adora\u00e7\u00e3o como ato de repara\u00e7\u00e3o e consola\u00e7\u00e3o<\/strong>. Na sua terceira apari\u00e7\u00e3o, o Anjo pediu aos pastorinhos que reparassem os crimes do mundo e consolassem a Deus. Infelizmente, os ultrajes, sacril\u00e9gios e indiferen\u00e7as contra o cora\u00e7\u00e3o de Deus continuam a ofend\u00ea-lO. A gravidade do pecado exige a urg\u00eancia da repara\u00e7\u00e3o. Por isso, <strong>o Anjo de Portugal \u2013 que \u00e9 tamb\u00e9m o Anjo da Adora\u00e7\u00e3o \u2013 indica-nos a adora\u00e7\u00e3o como via de consola\u00e7\u00e3o<\/strong>. Adorar Deus \u00e9 aceitar o Seu amor. Trata-se de nos reconhecermos como pecadores amados. Reparar e consolar Deus \u00e9 aceitar ser criatura e, com palavras ajoelhadas, desagravar o cora\u00e7\u00e3o do Criador.<\/br><br \/>\n\u00c9 isto que o Anjo de Portugal nos mostra e ensina. <strong>No dia de hoje, \u00e9 esta a sua mensagem para n\u00f3s.<\/strong> Contudo, mais importante que descodificar e interpretar a mensagem do Anjo, \u00e9 acolh\u00ea-la e p\u00f4-la em pr\u00e1tica, no concreto das nossas vidas. <strong>Fa\u00e7amos do Anjo de Portugal um companheiro e amigo. <\/strong>Participemos na sua escola e ofere\u00e7amos a nossa vida em atitude de adora\u00e7\u00e3o. Percorramos com ele o caminho proposto, j\u00e1 que se trata de um caminho seguro, cuja meta \u00e9 somente o C\u00e9u.\n<\/p09><\/br><\/br><\/p>\n<div class=%22assinatura%22>\njaneiro 2024\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<style>\n* {box-sizing: border-box}<\/p>\n<p>\/* Set height of body and the document to 100% *\/\nbody, html {\n  height: 100%;\n  margin: 0;\n  font-family: Arial;\n}<\/p>\n<p>\/* Style the tab content (and add height:100% for full page content) *\/\n.tabcontent {\n  color: black;\n  display: block;\n  height: 100%;\n  font-family:Montserrat;\n  font-size:18px;\n  padding:5% 0%;\n}<\/p>\n<p>    .contenttext{\n    padding:0% 20%;\n      text-align: left;\n  text-justify: inter-word;\n      font-weight:500;\n  }\n  h3{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    font-size:20px;\n  }\n  p08{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n  }\n  p09{\n          line-height:1.5;font-family:Montserrat;\n    font-weight:500;\n  }\n  .assinatura{\n    text-align:right;\n  }\n  .poema{\n    text-align:center;\n  }\n  .discla{\n    display:flex;\n    justify-content: flex-start;\n    column-gap:2%;\n    align-items: center;\n    padding:0% 10.5%;\n  }\n  .fotopessoa{\n    padding:0;\n    width:10%;\n  }\n  .fotop{\n    border-radius: 50%;\n    width:100%;\n  }\n  p201{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p002{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }<\/p>\n<\/style>\n<p><\/head><\/p>\n<p><\/body><br \/>\n<\/html><br \/>\n&#8221; raw_content_phone=&#8221;<\/p>\n<style>\n .section-background {\n  background-attachment: fixed;\n  background-position: center;\n  background-size: cover;\n  height: 50vh;\n  width: 100%;\n  color: white;\n  display: flex;\n  justify-content: left;\n  align-items: center;\n}<\/p>\n<p>  \/* Estilos espec\u00edficos para cada imagem de header *\/\n  .parallax-homem {\n    background-image: url(%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/05_ANJO-PORTUGAL_MafaldaM-copia-scaled.jpg%22);\n    background-position-x: 60%;\n    display:flex;\n    flex-wrap:wrap;\n    justify-content: left;\n    align-items: end;\n    padding-bottom:15%;\n  }<\/p>\n<p>  p088{\n    font-family: Montserrat;\n    font-size:20px;\n  }\n   p89{\n    font-family: Montserrat;\n    font-weight:700;\n    font-size:40px;\n    line-height:1;\n  }\n  .rub{\n    padding-left:10%;\n  }<\/p>\n<\/style>\n<p><html><head><meta name=%22viewport%22 content=%22width=device-width, initial-scale=1%22><body><\/p>\n<section id=%22main-header%22 class=%22section-background parallax parallax-homem%22>\n<div class=%22rub%22>\n    <p088>RUBRICA<\/p088><\/br><p89>OS SANTOS <\/br>E N\u00d3S<\/p89>\n  <\/div>\n<\/section>\n<div id=%22portugal%22 class=%22tabcontent1%22>\n<div class=%22discla1%22>\n<div class=%22fotopessoa1%22>\n  <img class=%22fotop1%22 src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Mafalda-Martinho-Novica.jpg%22><\/div>\n<div class=%22texto-pessoa%22>\n  <p201>Mafalda Martinho, asm<\/p201><\/br>\n<p002>Novi\u00e7a da Alian\u00e7a de Santa Maria<\/p002><\/div>\n<\/div>\n<div class=%22contenttext1%22>\n  <\/br><\/br><\/p>\n<h3>SANTO ANJO DE PORTUGAL<\/h3>\n<p><\/br>\n  <p09>Sim, os anjos existem! Recuemos ao s\u00e9culo passado e fixemos o nosso olhar sobre a pequena aldeia de Aljustrel (F\u00e1tima). Foi nessa pequena aldeia, entre abril e outubro de 1916, que os pastorinhos Francisco, Jacinta e L\u00facia receberam, por tr\u00eas vezes, a visita de um anjo: o <strong>Anjo de Portugal<\/strong>. A primeira apari\u00e7\u00e3o passou-se na primavera, quando os pastorinhos estavam a brincar junto \u00e0 Loca do Cabe\u00e7o. Ao chegar junto deles, disse-lhes que era o Anjo da Paz e convidou-os a rezarem com ele, ensinando-lhes uma ora\u00e7\u00e3o. Na segunda apari\u00e7\u00e3o, ocorrida junto ao Po\u00e7o do Arneiro num dia de ver\u00e3o, o Anjo convidou-os uma vez mais \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e \u00e0 oferta de sacrif\u00edcios, em ato de repara\u00e7\u00e3o e de s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores. A terceira e \u00faltima apari\u00e7\u00e3o ocorreu no outono, novamente na Loca do Cabe\u00e7o. O Anjo ensinou aos pastorinhos uma nova ora\u00e7\u00e3o e deu-lhes a Sagrada Comunh\u00e3o. Por fim, apelando \u00e0 repara\u00e7\u00e3o (\u201c<i>consolai o vosso Deus<\/i>\u201d), desapareceu, deixando a alma dos pastorinhos completamente concentrada em Deus.<\/br><br \/>\nDiante de tudo isto, n\u00e3o deixa de ser curiosa (e interpeladora) a atitude do Francisco depois de cada uma destas apari\u00e7\u00f5es. Ele, embora conseguisse ver o Anjo, era o \u00fanico dos tr\u00eas que n\u00e3o ouvia as suas palavras. Por esse motivo, no final de cada apari\u00e7\u00e3o, perguntava \u00e0 L\u00facia e \u00e0 Jacinta tudo quanto o Anjo lhes tinha dito. O Francisco n\u00e3o tinha medo de fazer perguntas &#8211; <i>Quem \u00e9 o Alt\u00edssimo? Que quer dizer: os Cora\u00e7\u00f5es de Jesus e Maria est\u00e3o atentos? Etc. <strong><\/i>&#8211; e quando n\u00e3o compreendia voltava a questionar. E logo depois, acolhendo as respostas e os sil\u00eancios, era o primeiro a dizer: <i>\u201cO Anjo \u00e9 mais bonito que tudo isso. Pensemos n\u2019Ele.\u201d<\/i><\/strong><\/br><br \/>\nE n\u00f3s? Ser\u00e1 que temos a ousadia de perguntar o significado destas apari\u00e7\u00f5es? <strong>O que \u00e9 que o Anjo de Portugal e as suas apari\u00e7\u00f5es nos dizem hoje?&#8230;<\/strong> Estou em crer que o Anjo nos mostra e ensina essencialmente tr\u00eas coisas:<\/br><\/p>\n<ol>\n<li>A ora\u00e7\u00e3o como escola para crescer no conhecimento de Deus<\/li>\n<li>A oferta da vida di\u00e1ria como s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores<\/li>\n<li>A adora\u00e7\u00e3o como ato de repara\u00e7\u00e3o e consola\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ol>\n<p> <\/br><br \/>\nOlhemos para a <strong>ora\u00e7\u00e3o como escola para crescer no conhecimento de Deus<\/strong>. Quando o Anjo apareceu pela primeira vez aos pastorinhos, estes estavam entretidos nos trabalhos rotineiros com as ovelhas, que iam realizando entre brincadeiras. O Anjo aparece-lhes ent\u00e3o no ordin\u00e1rio das suas vidas e a primeira coisa que lhes pede \u00e9 que rezem com ele. O Anjo de Portugal \u00e9 um anjo orante que reza e ensina a rezar, o que faz dele um aut\u00eantico pedagogo. O Anjo torna-se um mistagogo para os pastorinhos, iniciando-os na f\u00e9, esperan\u00e7a e caridade \u2013 as tr\u00eas dimens\u00f5es teologais da exist\u00eancia crist\u00e3. Por outras palavras, o Anjo assinala uma altera\u00e7\u00e3o s\u00fabita e inesperada na normalidade quotidiana e serve de mediador entre o humano e o divino. Apelando constantemente \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e ensinando-nos a rezar \u2013 rezando connosco \u2013, <strong>o Anjo de Portugal apresenta-nos um itiner\u00e1rio espiritual para crescermos na rela\u00e7\u00e3o com Deus<\/strong>. Sendo mestre, introduz-nos na escola da ora\u00e7\u00e3o, com o prop\u00f3sito de conhecermos mais e melhor Aquele que o enviou. \u00c0 medida que se aproximava, os pastorinhos iam-lhe distinguindo as fei\u00e7\u00f5es. E aquele que outrora n\u00e3o se via, revela-se surpreendentemente de uma grande beleza. A ora\u00e7\u00e3o como escola para crescer no conhecimento de Deus permite-nos viver esta mesma experi\u00eancia com o pr\u00f3prio Deus. \u00c0 medida que nos aproximamos na ora\u00e7\u00e3o, a beleza do rosto de Deus vai-nos sendo revelada e apresentada. <\/br><br \/>\nA par do pedido de ora\u00e7\u00e3o constante, <strong>o Anjo pede a oferta de sacrif\u00edcios como s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores<\/strong>. Os pastorinhos perguntaram-lhe como se poderiam sacrificar e, em resposta, o Anjo disse-lhes que de tudo o que pudessem oferecessem sacrif\u00edcios. Ensinou-lhes, desta forma, que os sacrif\u00edcios quotidianos agradam a Deus, n\u00e3o sendo necess\u00e1rias a\u00e7\u00f5es espalhafatosas. O Anjo de Portugal aprofunda, assim, a espiritualidade do quotidiano, que nos leva a compreender como Deus nos ama e quer ser amado. <strong>A espiritualidade da oferta da vida di\u00e1ria conduz-nos ao cerne da mensagem trazida pelo Anjo e, portanto, ao cerne de todo o Evangelho: a universalidade da possibilidade de salva\u00e7\u00e3o.<\/strong> A oferta da vida di\u00e1ria torna-se s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores quando, por amor, nos transfiguramos em caridade incarnada. Isto \u00e9, quando nos tornamos incarna\u00e7\u00e3o do ato caritativo de Deus, com pequenas ofertas \u00e0 oferta da pr\u00f3pria vida, somos meio de salva\u00e7\u00e3o para todos aqueles que n\u00e3o creem, n\u00e3o adoram, n\u00e3o esperam e n\u00e3o amam.<\/br><br \/>\nE isto leva-nos \u00e0 <strong>adora\u00e7\u00e3o como ato de repara\u00e7\u00e3o e consola\u00e7\u00e3o<\/strong>. Na sua terceira apari\u00e7\u00e3o, o Anjo pediu aos pastorinhos que reparassem os crimes do mundo e consolassem a Deus. Infelizmente, os ultrajes, sacril\u00e9gios e indiferen\u00e7as contra o cora\u00e7\u00e3o de Deus continuam a ofend\u00ea-lO. A gravidade do pecado exige a urg\u00eancia da repara\u00e7\u00e3o. Por isso, <strong>o Anjo de Portugal \u2013 que \u00e9 tamb\u00e9m o Anjo da Adora\u00e7\u00e3o \u2013 indica-nos a adora\u00e7\u00e3o como via de consola\u00e7\u00e3o<\/strong>. Adorar Deus \u00e9 aceitar o Seu amor. Trata-se de nos reconhecermos como pecadores amados. Reparar e consolar Deus \u00e9 aceitar ser criatura e, com palavras ajoelhadas, desagravar o cora\u00e7\u00e3o do Criador.<\/br><br \/>\n\u00c9 isto que o Anjo de Portugal nos mostra e ensina. <strong>No dia de hoje, \u00e9 esta a sua mensagem para n\u00f3s.<\/strong> Contudo, mais importante que descodificar e interpretar a mensagem do Anjo, \u00e9 acolh\u00ea-la e p\u00f4-la em pr\u00e1tica, no concreto das nossas vidas. <strong>Fa\u00e7amos do Anjo de Portugal um companheiro e amigo. <\/strong>Participemos na sua escola e ofere\u00e7amos a nossa vida em atitude de adora\u00e7\u00e3o. Percorramos com ele o caminho proposto, j\u00e1 que se trata de um caminho seguro, cuja meta \u00e9 somente o C\u00e9u.\n<\/p09><\/br><\/br><\/p>\n<div class=%22assinatura%22>\njaneiro 2024\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<style>\n* {box-sizing: border-box}<\/p>\n<p>\/* Set height of body and the document to 100% *\/\nbody, html {\n  height: 100%;\n  margin: 0;\n  font-family: Arial;\n}<\/p>\n<p>\/* Style the tab content (and add height:100% for full page content) *\/\n.tabcontent1 {\n  color: black;\n  display: block;\n  height: 100%;\n  font-family:Montserrat;\n  font-size:15px;\n  padding:5% 0%;\n}<\/p>\n<p>    .contenttext1{\n    padding:0% 5%;\n      text-align: left;\n  text-justify: inter-word;\n      font-weight:500;\n  }\n  h3{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    font-size:20px;\n  }\n  p08{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n  }\n  p09{\n          line-height:1.5;font-family:Montserrat;\n    font-weight:500;\n  }\n  .assinatura{\n    text-align:right;\n    margin-top:5%;\n  }\n  .poema{\n    text-align:center;\n  }\n  .discla1{\n    display:flex;\n    justify-content: flex-start;\n    column-gap:2%;\n    align-items: top;\n    padding:0% 5%;\n  }\n  .fotopessoa1{\n    padding:0;\n    width:25%;\n  }\n  .fotop1{\n    border-radius: 50%;\n    width:100%;\n  }\n  p201{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p002{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }<\/p>\n<\/style>\n<p><\/head><\/p>\n<p><\/body><br \/>\n<\/html><br \/>\n&#8221; raw_content_last_edited=&#8221;on|phone&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<style><!-- [et_pb_line_break_holder] --> .section-background {<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  background-attachment: fixed;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  background-position: center;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  background-size: cover;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  height: 50vh;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  width: 100%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  color: white;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  display: flex;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  justify-content: left;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  align-items: center;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->}<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <!-- [et_pb_line_break_holder] -->  \/* Estilos espec\u00edficos para cada imagem de header *\/<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .parallax-homem {<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    background-image: url(\"https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/05_ANJO-PORTUGAL_MafaldaM-copia-scaled.jpg\");<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    background-position-y: 10%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    display:flex;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    flex-wrap:wrap;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    justify-content: left;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    align-items: end;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding-bottom:5%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p088{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family: Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:30px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->   p89{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family: Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:700;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:50px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    line-height:1;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .rub{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding-left:10%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/style>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!DOCTYPE html><!-- [et_pb_line_break_holder] --><html><!-- [et_pb_line_break_holder] --><head><!-- [et_pb_line_break_holder] --><meta name=\"viewport\" content=\"width=device-width, initial-scale=1\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <body><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->    <\/p>\n<section id=\"main-header\" class=\"section-background parallax parallax-homem\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<div class=\"rub\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->    <p088>RUBRICA<\/p088><\/br><p89>OS SANTOS E N\u00d3S<\/p89><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/section>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] -->    <!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<div id=\"portugal\" class=\"tabcontent\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<div class=\"discla\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<div class=\"fotopessoa\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <img decoding=\"async\" class=\"fotop\" src=\"https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Mafalda-Martinho-Novica.jpg\"><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<div class=\"texto-pessoa\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <p201>Mafalda Martinho, asm<\/p201><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><p002>Novi\u00e7a da Alian\u00e7a de Santa Maria<\/p002><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<div class=\"contenttext\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<h3>SANTO ANJO DE PORTUGAL<\/h3>\n<p><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <p09>Sim, os anjos existem! Recuemos ao s\u00e9culo passado e fixemos o nosso olhar sobre a pequena aldeia de Aljustrel (F\u00e1tima). Foi nessa pequena aldeia, entre abril e outubro de 1916, que os pastorinhos Francisco, Jacinta e L\u00facia receberam, por tr\u00eas vezes, a visita de um anjo: o <strong>Anjo de Portugal<\/strong>. A primeira apari\u00e7\u00e3o passou-se na primavera, quando os pastorinhos estavam a brincar junto \u00e0 Loca do Cabe\u00e7o. Ao chegar junto deles, disse-lhes que era o Anjo da Paz e convidou-os a rezarem com ele, ensinando-lhes uma ora\u00e7\u00e3o. Na segunda apari\u00e7\u00e3o, ocorrida junto ao Po\u00e7o do Arneiro num dia de ver\u00e3o, o Anjo convidou-os uma vez mais \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e \u00e0 oferta de sacrif\u00edcios, em ato de repara\u00e7\u00e3o e de s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores. A terceira e \u00faltima apari\u00e7\u00e3o ocorreu no outono, novamente na Loca do Cabe\u00e7o. O Anjo ensinou aos pastorinhos uma nova ora\u00e7\u00e3o e deu-lhes a Sagrada Comunh\u00e3o. Por fim, apelando \u00e0 repara\u00e7\u00e3o (\u201c<i>consolai o vosso Deus<\/i>\u201d), desapareceu, deixando a alma dos pastorinhos completamente concentrada em Deus.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Diante de tudo isto, n\u00e3o deixa de ser curiosa (e interpeladora) a atitude do Francisco depois de cada uma destas apari\u00e7\u00f5es. Ele, embora conseguisse ver o Anjo, era o \u00fanico dos tr\u00eas que n\u00e3o ouvia as suas palavras. Por esse motivo, no final de cada apari\u00e7\u00e3o, perguntava \u00e0 L\u00facia e \u00e0 Jacinta tudo quanto o Anjo lhes tinha dito. O Francisco n\u00e3o tinha medo de fazer perguntas &#8211; <i>Quem \u00e9 o Alt\u00edssimo? Que quer dizer: os Cora\u00e7\u00f5es de Jesus e Maria est\u00e3o atentos? Etc. <strong><\/i>&#8211; e quando n\u00e3o compreendia voltava a questionar. E logo depois, acolhendo as respostas e os sil\u00eancios, era o primeiro a dizer: <i>\u201cO Anjo \u00e9 mais bonito que tudo isso. Pensemos n\u2019Ele.\u201d<\/i><\/strong><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->E n\u00f3s? Ser\u00e1 que temos a ousadia de perguntar o significado destas apari\u00e7\u00f5es? <strong>O que \u00e9 que o Anjo de Portugal e as suas apari\u00e7\u00f5es nos dizem hoje?&#8230;<\/strong> Estou em crer que o Anjo nos mostra e ensina essencialmente tr\u00eas coisas:<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<ol><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<li>A ora\u00e7\u00e3o como escola para crescer no conhecimento de Deus<\/li>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<li>A oferta da vida di\u00e1ria como s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores<\/li>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<li>A adora\u00e7\u00e3o como ato de repara\u00e7\u00e3o e consola\u00e7\u00e3o<\/li>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/ol>\n<p> <\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Olhemos para a <strong>ora\u00e7\u00e3o como escola para crescer no conhecimento de Deus<\/strong>. Quando o Anjo apareceu pela primeira vez aos pastorinhos, estes estavam entretidos nos trabalhos rotineiros com as ovelhas, que iam realizando entre brincadeiras. O Anjo aparece-lhes ent\u00e3o no ordin\u00e1rio das suas vidas e a primeira coisa que lhes pede \u00e9 que rezem com ele. O Anjo de Portugal \u00e9 um anjo orante que reza e ensina a rezar, o que faz dele um aut\u00eantico pedagogo. O Anjo torna-se um mistagogo para os pastorinhos, iniciando-os na f\u00e9, esperan\u00e7a e caridade \u2013 as tr\u00eas dimens\u00f5es teologais da exist\u00eancia crist\u00e3. Por outras palavras, o Anjo assinala uma altera\u00e7\u00e3o s\u00fabita e inesperada na normalidade quotidiana e serve de mediador entre o humano e o divino. Apelando constantemente \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e ensinando-nos a rezar \u2013 rezando connosco \u2013, <strong>o Anjo de Portugal apresenta-nos um itiner\u00e1rio espiritual para crescermos na rela\u00e7\u00e3o com Deus<\/strong>. Sendo mestre, introduz-nos na escola da ora\u00e7\u00e3o, com o prop\u00f3sito de conhecermos mais e melhor Aquele que o enviou. \u00c0 medida que se aproximava, os pastorinhos iam-lhe distinguindo as fei\u00e7\u00f5es. E aquele que outrora n\u00e3o se via, revela-se surpreendentemente de uma grande beleza. A ora\u00e7\u00e3o como escola para crescer no conhecimento de Deus permite-nos viver esta mesma experi\u00eancia com o pr\u00f3prio Deus. \u00c0 medida que nos aproximamos na ora\u00e7\u00e3o, a beleza do rosto de Deus vai-nos sendo revelada e apresentada. <\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->A par do pedido de ora\u00e7\u00e3o constante, <strong>o Anjo pede a oferta de sacrif\u00edcios como s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores<\/strong>. Os pastorinhos perguntaram-lhe como se poderiam sacrificar e, em resposta, o Anjo disse-lhes que de tudo o que pudessem oferecessem sacrif\u00edcios. Ensinou-lhes, desta forma, que os sacrif\u00edcios quotidianos agradam a Deus, n\u00e3o sendo necess\u00e1rias a\u00e7\u00f5es espalhafatosas. O Anjo de Portugal aprofunda, assim, a espiritualidade do quotidiano, que nos leva a compreender como Deus nos ama e quer ser amado. <strong>A espiritualidade da oferta da vida di\u00e1ria conduz-nos ao cerne da mensagem trazida pelo Anjo e, portanto, ao cerne de todo o Evangelho: a universalidade da possibilidade de salva\u00e7\u00e3o.<\/strong> A oferta da vida di\u00e1ria torna-se s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores quando, por amor, nos transfiguramos em caridade incarnada. Isto \u00e9, quando nos tornamos incarna\u00e7\u00e3o do ato caritativo de Deus, com pequenas ofertas \u00e0 oferta da pr\u00f3pria vida, somos meio de salva\u00e7\u00e3o para todos aqueles que n\u00e3o creem, n\u00e3o adoram, n\u00e3o esperam e n\u00e3o amam.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->E isto leva-nos \u00e0 <strong>adora\u00e7\u00e3o como ato de repara\u00e7\u00e3o e consola\u00e7\u00e3o<\/strong>. Na sua terceira apari\u00e7\u00e3o, o Anjo pediu aos pastorinhos que reparassem os crimes do mundo e consolassem a Deus. Infelizmente, os ultrajes, sacril\u00e9gios e indiferen\u00e7as contra o cora\u00e7\u00e3o de Deus continuam a ofend\u00ea-lO. A gravidade do pecado exige a urg\u00eancia da repara\u00e7\u00e3o. Por isso, <strong>o Anjo de Portugal \u2013 que \u00e9 tamb\u00e9m o Anjo da Adora\u00e7\u00e3o \u2013 indica-nos a adora\u00e7\u00e3o como via de consola\u00e7\u00e3o<\/strong>. Adorar Deus \u00e9 aceitar o Seu amor. Trata-se de nos reconhecermos como pecadores amados. Reparar e consolar Deus \u00e9 aceitar ser criatura e, com palavras ajoelhadas, desagravar o cora\u00e7\u00e3o do Criador.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u00c9 isto que o Anjo de Portugal nos mostra e ensina. <strong>No dia de hoje, \u00e9 esta a sua mensagem para n\u00f3s.<\/strong> Contudo, mais importante que descodificar e interpretar a mensagem do Anjo, \u00e9 acolh\u00ea-la e p\u00f4-la em pr\u00e1tica, no concreto das nossas vidas. <strong>Fa\u00e7amos do Anjo de Portugal um companheiro e amigo. <\/strong>Participemos na sua escola e ofere\u00e7amos a nossa vida em atitude de adora\u00e7\u00e3o. Percorramos com ele o caminho proposto, j\u00e1 que se trata de um caminho seguro, cuja meta \u00e9 somente o C\u00e9u.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p09><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<div class=\"assinatura\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->janeiro 2024<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] -->    <!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->    <!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->    <!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<style><!-- [et_pb_line_break_holder] -->* {box-sizing: border-box}<!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\/* Set height of body and the document to 100% *\/<!-- [et_pb_line_break_holder] -->body, html {<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  height: 100%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  margin: 0;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  font-family: Arial;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->}<!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\/* Style the tab content (and add height:100% for full page content) *\/<!-- [et_pb_line_break_holder] -->.tabcontent {<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  color: black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  display: block;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  height: 100%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  font-size:18px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  padding:5% 0%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->}<!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->    .contenttext{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding:0% 20%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->      text-align: left;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  text-justify: inter-word;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->      font-weight:500;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  h3{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:700;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:20px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p08{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:700;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p09{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->          line-height:1.5;font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:500;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .assinatura{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    text-align:right;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .poema{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    text-align:center;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .discla{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    display:flex;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    justify-content: flex-start;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    column-gap:2%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    align-items: center;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding:0% 10.5%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fotopessoa{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding:0;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    width:10%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fotop{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    border-radius: 50%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    width:100%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p201{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:700;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p002{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/style>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/head><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->   <!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/body><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/html> <!-- [et_pb_line_break_holder] -->[\/et_pb_code][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; transform_translate_linked=&#8221;off&#8221; custom_margin=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; locked=&#8221;off&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;90%&#8221; max_width=&#8221;90%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; custom_margin=&#8221;5%|0px|5%|0px|false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_blog fullwidth=&#8221;off&#8221; posts_number=&#8221;3&#8243; include_categories=&#8221;11&#8243; show_author=&#8221;off&#8221; show_date=&#8221;off&#8221; show_categories=&#8221;off&#8221; show_excerpt=&#8221;off&#8221; show_pagination=&#8221;off&#8221; use_overlay=&#8221;on&#8221; overlay_icon_color=&#8221;#ad945d&#8221; hover_overlay_color=&#8221;rgba(72,81,97,0.5)&#8221; hover_icon=&#8221;&#xf518;||fa||900&#8243; masonry_tile_background_color=&#8221;#FFFFFF&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; header_font=&#8221;Montserrat||||||||&#8221; header_text_color=&#8221;#ad945d&#8221; body_font=&#8221;Montserrat||||||||&#8221; body_text_color=&#8221;#000000&#8243; read_more_text_color=&#8221;#000000&#8243; pagination_font=&#8221;Montserrat||||||||&#8221; pagination_text_color=&#8221;#000000&#8243; background_color=&#8221;#FFFFFF&#8221; transform_translate_linked=&#8221;off&#8221; border_width_all=&#8221;0px&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset1&#8243; box_shadow_color=&#8221;rgba(0,0,0,0.06)&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; transform_styles__hover_enabled=&#8221;off|desktop&#8221; transform_scale__hover_enabled=&#8221;off|desktop&#8221; transform_translate__hover_enabled=&#8221;off|desktop&#8221; transform_rotate__hover_enabled=&#8221;off|desktop&#8221; transform_skew__hover_enabled=&#8221;off|desktop&#8221; transform_origin__hover_enabled=&#8221;off|desktop&#8221; transform_translate__hover=&#8221;0px|-25px&#8221;][\/et_pb_blog][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":4026,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"elementor_header_footer","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"2880","inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[36],"class_list":["post-4115","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-rubrica","tag-os-santos-e-nos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4115","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4115"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4115\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4808,"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4115\/revisions\/4808"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4026"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4115"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4115"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmaria.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4115"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}