{"id":2299,"date":"2022-01-17T12:17:47","date_gmt":"2022-01-17T12:17:47","guid":{"rendered":"https:\/\/asmaria.org\/?p=2299"},"modified":"2025-06-04T11:37:07","modified_gmt":"2025-06-04T11:37:07","slug":"nas-maos-trazias-o-terco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmaria.org\/pt\/nas-maos-trazias-o-terco\/","title":{"rendered":"\u201cNAS M\u00c3OS TRAZIAS O TER\u00c7O\u201d"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;Section&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_margin=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;100%&#8221; max_width=&#8221;100%&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; custom_margin=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; custom_padding=&#8221;0px|0px|0px|0px|false|false&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_code raw_content_tablet=&#8221;<\/p>\n<section class=%22section-color%22><\/section>\n<style>\n.section-color {\n  background-color:rgba(172, 147, 93, 0.5);\n  height: 50vh;\n  width: 100%;\n}\n<\/style>\n<div class=%22titulo-art2%22>\n<p05>\n\u201cNAS M\u00c3OS <\/br>TRAZIAS O TER\u00c7O\u201d<\/p05><\/br><\/br><br \/>\n<img src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/1571927121-9267-99-scaled-1.jpg%22><\/p>\n<div class=%22discla2%22>\n<div class=%22fotopessoa2%22>\n  <img class=%22fotop%22 src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Ir.-Ana-Luisa-Castro.jpg%22><\/div>\n<div class=%22texto-pessoa%22>\n  <p201>Ana Lu\u00edsa Castro, asm<\/p201><\/br>\n<p002>Artigo originalmente publicado no jornal \u201cO Mensageiro do menino Jesus de Praga\u201d<\/p002><\/div>\n<\/div>\n<div class=%22contenttext2%22>\n  <\/br><\/br>\n  <p09><i>\u00abTendo encontrado uma p\u00e9rola de grande valor, vende tudo quanto possui e compra a p\u00e9rola.\u00bb (Mt 13, 46)<\/i><br \/>\n<\/br><br \/>\n\u00abNas m\u00e3os trazias o ter\u00e7o\u2026\u00bb assim reza um dos c\u00e2nticos mais conhecidos de F\u00e1tima. A marca da Senhora de F\u00e1tima \u00e9, desde aquela primeira apari\u00e7\u00e3o de maio, o seu ros\u00e1rio. E na apari\u00e7\u00e3o de Outubro, Ela diria o seu nome:<\/br><\/br><br \/>\n\u00abSou a Senhora do Ros\u00e1rio\u00bb. Esta ora\u00e7\u00e3o milenar, surge nos l\u00e1bios da Senhora do C\u00e9u como o seu pedido mais insistente e como definidor da sua pr\u00f3pria identidade. Trata-se de um verdadeiro tesouro que a Senhora traz nas m\u00e3os para nos dar, como quem diz ao jeito da par\u00e1bola evang\u00e9lica: vai, \u00abvende tudo quanto possui e compra a p\u00e9rola.\u00bb (Mt 13, 46). Parece surpreendente que a proposta seja t\u00e3o simples! Mas h\u00e1 que apostar tudo nessa vida de ora\u00e7\u00e3o de que o Ros\u00e1rio \u00e9 instrumento excelente.<br \/>\n<\/br><br \/>\nO Cardeal Ratzinger (depois Bento XVI), chamava a aten\u00e7\u00e3o para o valor da ora\u00e7\u00e3o:<br \/>\n<\/br><br \/>\n\u00abParece-me que o nosso maior erro \u00e9 o de pensarmos que s\u00f3 as grandes a\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas e pol\u00edticas podem transformar o mundo (\u2026) Ora, aqui em F\u00e1tima ouvimos falar de coisas escondidas convers\u00e3o, ora\u00e7\u00e3o, penit\u00eancia \u2013 que parecem n\u00e3o ter nenhuma import\u00e2ncia pol\u00edtica, mas s\u00e3o as coisas decisivas, s\u00e3o a for\u00e7a renovadora do mundo\u00bb. (C. Ratzinger, RR, Cartas na mesa,12 outubro 1996)<br \/>\n<\/br><br \/>\nO Ros\u00e1rio pertence a esses meios escondidos que s\u00e3o a \u00abfor\u00e7a renovadora do mundo\u00bb. Pela ora\u00e7\u00e3o di\u00e1ria do ter\u00e7o d\u00e1-se um encontro \u00fanico com aquela que nos foi dada como M\u00e3e na cruz. Esse encontro di\u00e1rio, tal como foi pedido, abre espa\u00e7o para que a promessa da Virgem M\u00e3e, feita na apari\u00e7\u00e3o de junho, se v\u00e1 concretizando. Nesse junho de 1917 a jovem L\u00facia vivia numa atmosfera de \u00abdesd\u00e9m e desprezo\u00bb na sua fam\u00edlia desde que, depois de maio, a acusavam de \u00abenganar por a\u00ed tanta gente\u00bb, como dizia a sua m\u00e3e. Entre as muitas l\u00e1grimas derramadas e \u00abcomo que adivinhando o que se passava\u00bb, Nossa Senhora disse-lhe: \u00abE tu? Sofres muito? N\u00e3o desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Cora\u00e7\u00e3o ser\u00e1 o teu ref\u00fagio e o caminho que te conduzir\u00e1 at\u00e9 Deus.\u00bb (MIL I <a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#rodape1%22 id=%22roda1%22>%911%93<\/a>, p. 83)<br \/>\n<\/br><br \/>\nA M\u00e3e que encontramos no ter\u00e7o di\u00e1rio, \u00e9 \u00abref\u00fagio\u00bb para cada um de n\u00f3s e constitui um \u00abcaminho\u00bb para Deus.<\/br><br \/>\nO ritmo dos Pai-Nossos e Av\u00e9-Marias torna-se a m\u00fasica de fundo que cria esse ambiente sereno onde as palavras do Evangelho, da ora\u00e7\u00e3o que Jesus ensinou, da anuncia\u00e7\u00e3o, do encontro com Isabel, v\u00e3o passando da mente para o cora\u00e7\u00e3o e v\u00e3o abrindo espa\u00e7o para que a M\u00e3e v\u00e1 transformando a nossa vida. Com Ela percorremos toda a vida de Jesus. Os mist\u00e9rios gozosos levam-nos \u00e0 sua inf\u00e2ncia; os luminosos mostram-nos a vida p\u00fablica que culmina com a Institui\u00e7\u00e3o da Eucaristia; nos dolorosos acompanhamos os passos daquele que por n\u00f3s aceitou ser entregue e crucificado por amor; os gloriosos fazem-nos saborear o C\u00e9u com a sua Luz admir\u00e1vel. De mist\u00e9rio em mist\u00e9rio, a Senhora do Ros\u00e1rio vai-nos dando o conforto desta certeza de que o Senhor nos ama, nos acompanha e nos salva, enquanto vai formando o nosso cora\u00e7\u00e3o. S. Jo\u00e3o Paulo II, na sua Carta \u00abO Ros\u00e1rio da Virgem Maria\u00bb, dizia-nos que: \u00abO Ros\u00e1rio transporta-nos misticamente para junto de Maria (\u2026) Isto permite-lhe educar-nos e plasmar-nos, com a mesma solicitude, at\u00e9 que Cristo esteja formado em n\u00f3s plenamente.\u00bb (Jo\u00e3o Paulo II; <i>Carta apost\u00f3lica Rosarium Virginis Mariae<\/i>; n. 15)<br \/>\n<\/br><br \/>\nOra\u00e7\u00e3o contemplativa e cristoc\u00eantrica, o Ros\u00e1rio leva-nos a uma atitude de vida que se baseia em contemplar o Senhor, com Maria e como Maria, para nos parecermos cada vez mais com Ele. Da\u00ed que tamb\u00e9m assim, o Cora\u00e7\u00e3o Imaculado de Maria, seja caminho de santidade.<br \/>\n<\/br><br \/>\nAs contas que passamos entre os dedos, como p\u00e9rolas preciosas, guardam o segredo desta M\u00e3e que nos quer dar o pr\u00f3prio Jesus, enquanto, da nossa parte, s\u00e3o express\u00e3o da entrega e confian\u00e7a que lhe dedicamos. Nessa ora\u00e7\u00e3o de cora\u00e7\u00e3o a cora\u00e7\u00e3o, as ang\u00fastias e sofrimentos podem ser vividos com Ela e oferecidos em Repara\u00e7\u00e3o. A vida toda pode tornar-se oferta agrad\u00e1vel ao Senhor. Da\u00ed que, em F\u00e1tima, o Ros\u00e1rio apare\u00e7a tamb\u00e9m como ora\u00e7\u00e3o de intercess\u00e3o, sendo a inten\u00e7\u00e3o maior a Paz. A apari\u00e7\u00e3o da Maio termina com o pedido: \u201cRezem o ter\u00e7o todos os dias, para alcan\u00e7arem a paz para o mundo e o fim da guerra.\u201d A Paz do mundo, das fam\u00edlias, pessoal, enfim, a paz, \u00e9 esse dom que \u00e9 preciso pedirmos. Pedindo reconhecemos o seu valor e abrimo-nos a ele.<br \/>\n<\/br><br \/>\nNeste ano de centen\u00e1rio, em que nos sentimos especialmente visitados pela Gra\u00e7a de Deus que se manifestou em F\u00e1tima, que cada um se sinta interpelado a trazer tamb\u00e9m nas m\u00e3os o ter\u00e7o como marca de um cora\u00e7\u00e3o unido aos de<br \/>\nJesus e de Maria e disposto a viver numa entrega pela Paz.<\/br><\/p>\n<hr>\n<p><\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda1%22 id=%22rodape1%22>%911%93<\/a> Com a sigla MIL I pretendemos referir-nos a: L\u00facia de Jesus, <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia I<\/i>, 13\u00aa ed. F\u00e1tima: Secretariado dos Pastorinhos 2007.\n<\/p09>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<style>\n  .titulo-art2{\n    padding:0 20%;\n    transform:translatey(-10%);\n    color:white;\n    margin-bottom:-25%;\n  }\n  p04{\n    font-family:Montserrat;\n    font-size:30px;\n  }\n  p05{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    font-size:50px;\n    line-height:1;\n    text-transform:uppercase;\n  }<\/p>\n<p>  .discla2{\n    display:flex;\n    justify-content: flex-start;\n    column-gap:2%;\n    transform:translatex(-12%);\n    margin-top:5%;\n  }\n  .fotopessoa2{\n    padding:0;\n    width:20%;\n  }\n  .fotop{\n    border-radius: 50%;\n    width:70%;\n  }\n  p201{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p002{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p09{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n    font-weight:500;\n  }\n  .fundo{\n    background-color:blue;\n    padding;100% 0;\n  }\n  .contenttext2{\n    text-align: left;\n  text-justify: inter-word;\n  }<\/p>\n<\/style>\n<p>&#8221; raw_content_phone=&#8221;<\/p>\n<section class=%22section-color%22><\/section>\n<style>\n.section-color {\n  background-color:rgba(172, 147, 93, 0.5);\n  height: 50vh;\n  width: 100%;\n}\n<\/style>\n<div class=%22titulo-art1%22>\n<p5>\n\u201cNAS M\u00c3OS <\/br>TRAZIAS O TER\u00c7O\u201d<\/p5><\/br><\/br><br \/>\n<img src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/1571927121-9267-99-scaled-1.jpg%22><\/p>\n<div class=%22discla1%22>\n<div class=%22fotopessoa1%22>\n  <img class=%22fotop1%22 src=%22https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Ir.-Ana-Luisa-Castro.jpg%22><\/div>\n<div class=%22texto-pessoa%22>\n  <p201>Ana Lu\u00edsa Castro, asm<\/p201><\/br>\n<p002>Artigo originalmente publicado no jornal \u201cO Mensageiro do menino Jesus de Praga\u201d<\/p002><\/div>\n<\/div>\n<div class=%22contenttext1%22>\n  <\/br><\/br>\n  <p09><i>\u00abTendo encontrado uma p\u00e9rola de grande valor, vende tudo quanto possui e compra a p\u00e9rola.\u00bb (Mt 13, 46)<\/i><\/br><\/br><br \/>\n\u00abNas m\u00e3os trazias o ter\u00e7o\u2026\u00bb assim reza um dos c\u00e2nticos mais conhecidos de F\u00e1tima. A marca da Senhora de F\u00e1tima \u00e9, desde aquela primeira apari\u00e7\u00e3o de maio, o seu ros\u00e1rio. E na apari\u00e7\u00e3o de Outubro, Ela diria o seu nome:<\/br><\/br><br \/>\n\u00abSou a Senhora do Ros\u00e1rio\u00bb. Esta ora\u00e7\u00e3o milenar, surge nos l\u00e1bios da Senhora do C\u00e9u como o seu pedido mais insistente e como definidor da sua pr\u00f3pria identidade. Trata-se de um verdadeiro tesouro que a Senhora traz nas m\u00e3os para nos dar, como quem diz ao jeito da par\u00e1bola evang\u00e9lica: vai, \u00abvende tudo quanto possui e compra a p\u00e9rola.\u00bb (Mt 13, 46). Parece surpreendente que a proposta seja t\u00e3o simples! Mas h\u00e1 que apostar tudo nessa vida de ora\u00e7\u00e3o de que o Ros\u00e1rio \u00e9 instrumento excelente.<\/br><\/br><br \/>\nO Cardeal Ratzinger (depois Bento XVI), chamava a aten\u00e7\u00e3o para o valor da ora\u00e7\u00e3o:<\/br><\/br><br \/>\n\u00abParece-me que o nosso maior erro \u00e9 o de pensarmos que s\u00f3 as grandes a\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas e pol\u00edticas podem transformar o mundo (\u2026) Ora, aqui em F\u00e1tima ouvimos falar de coisas escondidas convers\u00e3o, ora\u00e7\u00e3o, penit\u00eancia \u2013 que parecem n\u00e3o ter nenhuma import\u00e2ncia pol\u00edtica, mas s\u00e3o as coisas decisivas, s\u00e3o a for\u00e7a renovadora do mundo\u00bb. (C. Ratzinger, RR, Cartas na mesa,12 outubro 1996) <\/br><\/br><br \/>\nO Ros\u00e1rio pertence a esses meios escondidos que s\u00e3o a \u00abfor\u00e7a renovadora do mundo\u00bb. Pela ora\u00e7\u00e3o di\u00e1ria do ter\u00e7o d\u00e1-se um encontro \u00fanico com aquela que nos foi dada como M\u00e3e na cruz. Esse encontro di\u00e1rio, tal como foi pedido, abre espa\u00e7o para que a promessa da Virgem M\u00e3e, feita na apari\u00e7\u00e3o de junho, se v\u00e1 concretizando. Nesse junho de 1917 a jovem L\u00facia vivia numa atmosfera de \u00abdesd\u00e9m e desprezo\u00bb na sua fam\u00edlia desde que, depois de maio, a acusavam de \u00abenganar por a\u00ed tanta gente\u00bb, como dizia a sua m\u00e3e. Entre as muitas l\u00e1grimas derramadas e \u00abcomo que adivinhando o que se passava\u00bb, Nossa Senhora disse-lhe: \u00abE tu? Sofres muito? N\u00e3o desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Cora\u00e7\u00e3o ser\u00e1 o teu ref\u00fagio e o caminho que te conduzir\u00e1 at\u00e9 Deus.\u00bb (MIL I <a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#rodape1%22 id=%22roda1%22>%911%93<\/a>, p. 83)<\/br><\/br><br \/>\nA M\u00e3e que encontramos no ter\u00e7o di\u00e1rio, \u00e9 \u00abref\u00fagio\u00bb para cada um de n\u00f3s e constitui um \u00abcaminho\u00bb para Deus.<\/br><\/br><br \/>\nO ritmo dos Pai-Nossos e Av\u00e9-Marias torna-se a m\u00fasica de fundo que cria esse ambiente sereno onde as palavras do Evangelho, da ora\u00e7\u00e3o que Jesus ensinou, da anuncia\u00e7\u00e3o, do encontro com Isabel, v\u00e3o passando da mente para o cora\u00e7\u00e3o e v\u00e3o abrindo espa\u00e7o para que a M\u00e3e v\u00e1 transformando a nossa vida. Com Ela percorremos toda a vida de Jesus. Os mist\u00e9rios gozosos levam-nos \u00e0 sua inf\u00e2ncia; os luminosos mostram-nos a vida p\u00fablica que culmina com a Institui\u00e7\u00e3o da Eucaristia; nos dolorosos acompanhamos os passos daquele que por n\u00f3s aceitou ser entregue e crucificado por amor; os gloriosos fazem-nos saborear o C\u00e9u com a sua Luz admir\u00e1vel. De mist\u00e9rio em mist\u00e9rio, a Senhora do Ros\u00e1rio vai-nos dando o conforto desta certeza de que o Senhor nos ama, nos acompanha e nos salva, enquanto vai formando o nosso cora\u00e7\u00e3o. S. Jo\u00e3o Paulo II, na sua Carta \u00abO Ros\u00e1rio da Virgem Maria\u00bb, dizia-nos que: \u00abO Ros\u00e1rio transporta-nos misticamente para junto de Maria (\u2026) Isto permite-lhe educar-nos e plasmar-nos, com a mesma solicitude, at\u00e9 que Cristo esteja formado em n\u00f3s plenamente.\u00bb (Jo\u00e3o Paulo II; <i>Carta apost\u00f3lica Rosarium Virginis Mariae<\/i>; n. 15)<\/br><\/br><br \/>\nOra\u00e7\u00e3o contemplativa e cristoc\u00eantrica, o Ros\u00e1rio leva-nos a uma atitude de vida que se baseia em contemplar o Senhor, com Maria e como Maria, para nos parecermos cada vez mais com Ele. Da\u00ed que tamb\u00e9m assim, o Cora\u00e7\u00e3o Imaculado de Maria, seja caminho de santidade.<\/br><\/br><br \/>\nAs contas que passamos entre os dedos, como p\u00e9rolas preciosas, guardam o segredo desta M\u00e3e que nos quer dar o pr\u00f3prio Jesus, enquanto, da nossa parte, s\u00e3o express\u00e3o da entrega e confian\u00e7a que lhe dedicamos. Nessa ora\u00e7\u00e3o de cora\u00e7\u00e3o a cora\u00e7\u00e3o, as ang\u00fastias e sofrimentos podem ser vividos com Ela e oferecidos em Repara\u00e7\u00e3o. A vida toda pode tornar-se oferta agrad\u00e1vel ao Senhor. Da\u00ed que, em F\u00e1tima, o Ros\u00e1rio apare\u00e7a tamb\u00e9m como ora\u00e7\u00e3o de intercess\u00e3o, sendo a inten\u00e7\u00e3o maior a Paz. A apari\u00e7\u00e3o da Maio termina com o pedido: \u201cRezem o ter\u00e7o todos os dias, para alcan\u00e7arem a paz para o mundo e o fim da guerra.\u201d A Paz do mundo, das fam\u00edlias, pessoal, enfim, a paz, \u00e9 esse dom que \u00e9 preciso pedirmos. Pedindo reconhecemos o seu valor e abrimo-nos a ele. <\/br><\/br><br \/>\nNeste ano de centen\u00e1rio, em que nos sentimos especialmente visitados pela Gra\u00e7a de Deus que se manifestou em F\u00e1tima, que cada um se sinta interpelado a trazer tamb\u00e9m nas m\u00e3os o ter\u00e7o como marca de um cora\u00e7\u00e3o unido aos de<br \/>\nJesus e de Maria e disposto a viver numa entrega pela Paz.<\/br><\/br><\/p>\n<hr>\n<p><\/br><br \/>\n<a style=%22color:#ad945d%22 href=%22#roda1%22 id=%22rodape1%22>%911%93<\/a> Com a sigla MIL I pretendemos referir-nos a: L\u00facia de Jesus, <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia I<\/i>, 13\u00aa ed. F\u00e1tima: Secretariado dos Pastorinhos 2007.\n<\/p09>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<style>\n  .titulo-art1{\n    padding:0 5%;\n    transform:translatey(-6%);\n    color:white;\n    margin-bottom:-25%;\n  }<\/p>\n<p>  p5{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    font-size:35px;\n    line-height:1;\n    text-transform:uppercase;\n  }<\/p>\n<p>  .discla1{\n    display:flex;\n    justify-content: flex-start;\n    column-gap:0%;\n    margin-top:5%;\n  }\n  .fotopessoa1{\n    padding:0;\n    width:50%;\n  }\n  .fotop1{\n    border-radius: 50%;\n    width:70%;\n  }\n  p201{\n    font-family:Montserrat;\n    font-weight:700;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p002{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n  }\n  p09{\n    font-family:Montserrat;\n    color:black;\n    font-size:15px;\n    font-weight:500;\n  }<\/p>\n<p>  .contenttext1{\n    text-align: left;\n  text-justify: inter-word;\n    font-weight:500;\n  }<\/p>\n<\/style>\n<p>&#8221; raw_content_last_edited=&#8221;on|phone&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<section class=\"section-color\"><\/section>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<style><!-- [et_pb_line_break_holder] -->.section-color {<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  background-color:rgba(172, 147, 93, 0.5);<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  height: 50vh;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  width: 100%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->}<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/style>\n<p> <!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<div class=\"titulo-art\"><!-- [et_pb_line_break_holder] --><p05><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u201cNAS M\u00c3OS <\/br>TRAZIAS O TER\u00c7O\u201d<\/p05><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/1571927121-9267-99-scaled-1.jpg\"><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!\u2013- [et_pb_br_holder] -\u2013><!\u2013- [et_pb_br_holder] -\u2013><!-- [et_pb_line_break_holder] --> <\/p>\n<div class=\"discla\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<div class=\"fotopessoa\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <img decoding=\"async\" class=\"fotop\" src=\"https:\/\/asmaria.org\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Ir.-Ana-Luisa-Castro.jpg\"><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/p>\n<div class=\"texto-pessoa\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <p201>Ana Lu\u00edsa Castro, asm<\/p201><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><p002>Artigo originalmente publicado no jornal \u201cO Mensageiro do menino Jesus de Praga\u201d<\/p002><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<div class=\"contenttext\"><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <p09><i>\u00abTendo encontrado uma p\u00e9rola de grande valor, vende tudo quanto possui e compra a p\u00e9rola.\u00bb (Mt 13, 46)<\/i><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u00abNas m\u00e3os trazias o ter\u00e7o\u2026\u00bb assim reza um dos c\u00e2nticos mais conhecidos de F\u00e1tima. A marca da Senhora de F\u00e1tima \u00e9, desde aquela primeira apari\u00e7\u00e3o de maio, o seu ros\u00e1rio. E na apari\u00e7\u00e3o de Outubro, Ela diria o seu nome:<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u00abSou a Senhora do Ros\u00e1rio\u00bb. Esta ora\u00e7\u00e3o milenar, surge nos l\u00e1bios da Senhora do C\u00e9u como o seu pedido mais insistente e como definidor da sua pr\u00f3pria identidade. Trata-se de um verdadeiro tesouro que a Senhora traz nas m\u00e3os para nos dar, como quem diz ao jeito da par\u00e1bola evang\u00e9lica: vai, \u00abvende tudo quanto possui e compra a p\u00e9rola.\u00bb (Mt 13, 46). Parece surpreendente que a proposta seja t\u00e3o simples! Mas h\u00e1 que apostar tudo nessa vida de ora\u00e7\u00e3o de que o Ros\u00e1rio \u00e9 instrumento excelente.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->O Cardeal Ratzinger (depois Bento XVI), chamava a aten\u00e7\u00e3o para o valor da ora\u00e7\u00e3o:<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->\u00abParece-me que o nosso maior erro \u00e9 o de pensarmos que s\u00f3 as grandes a\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas e pol\u00edticas podem transformar o mundo (\u2026) Ora, aqui em F\u00e1tima ouvimos falar de coisas escondidas convers\u00e3o, ora\u00e7\u00e3o, penit\u00eancia \u2013 que parecem n\u00e3o ter nenhuma import\u00e2ncia pol\u00edtica, mas s\u00e3o as coisas decisivas, s\u00e3o a for\u00e7a renovadora do mundo\u00bb. (C. Ratzinger, RR, Cartas na mesa,12 outubro 1996) <!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->O Ros\u00e1rio pertence a esses meios escondidos que s\u00e3o a \u00abfor\u00e7a renovadora do mundo\u00bb. Pela ora\u00e7\u00e3o di\u00e1ria do ter\u00e7o d\u00e1-se um encontro \u00fanico com aquela que nos foi dada como M\u00e3e na cruz. Esse encontro di\u00e1rio, tal como foi pedido, abre espa\u00e7o para que a promessa da Virgem M\u00e3e, feita na apari\u00e7\u00e3o de junho, se v\u00e1 concretizando. Nesse junho de 1917 a jovem L\u00facia vivia numa atmosfera de \u00abdesd\u00e9m e desprezo\u00bb na sua fam\u00edlia desde que, depois de maio, a acusavam de \u00abenganar por a\u00ed tanta gente\u00bb, como dizia a sua m\u00e3e. Entre as muitas l\u00e1grimas derramadas e \u00abcomo que adivinhando o que se passava\u00bb, Nossa Senhora disse-lhe: \u00abE tu? Sofres muito? N\u00e3o desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Cora\u00e7\u00e3o ser\u00e1 o teu ref\u00fagio e o caminho que te conduzir\u00e1 at\u00e9 Deus.\u00bb (MIL I <a style=\"color:#ad945d\" href=\"#rodape1\" id=\"roda1\">[1]<\/a>, p. 83)<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->A M\u00e3e que encontramos no ter\u00e7o di\u00e1rio, \u00e9 \u00abref\u00fagio\u00bb para cada um de n\u00f3s e constitui um \u00abcaminho\u00bb para Deus.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->O ritmo dos Pai-Nossos e Av\u00e9-Marias torna-se a m\u00fasica de fundo que cria esse ambiente sereno onde as palavras do Evangelho, da ora\u00e7\u00e3o que Jesus ensinou, da anuncia\u00e7\u00e3o, do encontro com Isabel, v\u00e3o passando da mente para o cora\u00e7\u00e3o e v\u00e3o abrindo espa\u00e7o para que a M\u00e3e v\u00e1 transformando a nossa vida. Com Ela percorremos toda a vida de Jesus. Os mist\u00e9rios gozosos levam-nos \u00e0 sua inf\u00e2ncia; os luminosos mostram-nos a vida p\u00fablica que culmina com a Institui\u00e7\u00e3o da Eucaristia; nos dolorosos acompanhamos os passos daquele que por n\u00f3s aceitou ser entregue e crucificado por amor; os gloriosos fazem-nos saborear o C\u00e9u com a sua Luz admir\u00e1vel. De mist\u00e9rio em mist\u00e9rio, a Senhora do Ros\u00e1rio vai-nos dando o conforto desta certeza de que o Senhor nos ama, nos acompanha e nos salva, enquanto vai formando o nosso cora\u00e7\u00e3o. S. Jo\u00e3o Paulo II, na sua Carta \u00abO Ros\u00e1rio da Virgem Maria\u00bb, dizia-nos que: \u00abO Ros\u00e1rio transporta-nos misticamente para junto de Maria (\u2026) Isto permite-lhe educar-nos e plasmar-nos, com a mesma solicitude, at\u00e9 que Cristo esteja formado em n\u00f3s plenamente.\u00bb (Jo\u00e3o Paulo II; <i>Carta apost\u00f3lica Rosarium Virginis Mariae<\/i>; n. 15)<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Ora\u00e7\u00e3o contemplativa e cristoc\u00eantrica, o Ros\u00e1rio leva-nos a uma atitude de vida que se baseia em contemplar o Senhor, com Maria e como Maria, para nos parecermos cada vez mais com Ele. Da\u00ed que tamb\u00e9m assim, o Cora\u00e7\u00e3o Imaculado de Maria, seja caminho de santidade.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->As contas que passamos entre os dedos, como p\u00e9rolas preciosas, guardam o segredo desta M\u00e3e que nos quer dar o pr\u00f3prio Jesus, enquanto, da nossa parte, s\u00e3o express\u00e3o da entrega e confian\u00e7a que lhe dedicamos. Nessa ora\u00e7\u00e3o de cora\u00e7\u00e3o a cora\u00e7\u00e3o, as ang\u00fastias e sofrimentos podem ser vividos com Ela e oferecidos em Repara\u00e7\u00e3o. A vida toda pode tornar-se oferta agrad\u00e1vel ao Senhor. Da\u00ed que, em F\u00e1tima, o Ros\u00e1rio apare\u00e7a tamb\u00e9m como ora\u00e7\u00e3o de intercess\u00e3o, sendo a inten\u00e7\u00e3o maior a Paz. A apari\u00e7\u00e3o da Maio termina com o pedido: \u201cRezem o ter\u00e7o todos os dias, para alcan\u00e7arem a paz para o mundo e o fim da guerra.\u201d A Paz do mundo, das fam\u00edlias, pessoal, enfim, a paz, \u00e9 esse dom que \u00e9 preciso pedirmos. Pedindo reconhecemos o seu valor e abrimo-nos a ele. <!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] -->Neste ano de centen\u00e1rio, em que nos sentimos especialmente visitados pela Gra\u00e7a de Deus que se manifestou em F\u00e1tima, que cada um se sinta interpelado a trazer tamb\u00e9m nas m\u00e3os o ter\u00e7o como marca de um cora\u00e7\u00e3o unido aos de<!-- [et_pb_line_break_holder] -->Jesus e de Maria e disposto a viver numa entrega pela Paz.<\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<hr>\n<p><\/br><\/br><!-- [et_pb_line_break_holder] --><a style=\"color:#ad945d\" href=\"#roda1\" id=\"rodape1\">[1]<\/a> Com a sigla MIL I pretendemos referir-nos a: L\u00facia de Jesus, <i>Mem\u00f3rias da Irm\u00e3 L\u00facia I<\/i>, 13\u00aa ed. F\u00e1tima: Secretariado dos Pastorinhos 2007.<!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p09><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/div>\n<\/div>\n<p><!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/p>\n<style><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .titulo-art{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding:0 20%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    transform:translatey(-7%);<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:white;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    margin-bottom:-5%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p04{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:30px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p05{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:700;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:50px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    line-height:1;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    text-transform:uppercase;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] --><!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .discla{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    display:flex;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    justify-content: flex-start;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    column-gap:2%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    align-items: center;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    transform:translatex(-12%)<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fotopessoa{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding:0;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    width:10%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fotop{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    border-radius: 50%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    width:100%;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p201{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:700;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p002{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  p09{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-family:Montserrat;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    color:black;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-size:15px;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    font-weight:500;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .fundo{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    background-color:blue;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    padding;100% 0;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  .contenttext{<!-- [et_pb_line_break_holder] -->    text-align: left;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  text-justify: inter-word;<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  }<!-- [et_pb_line_break_holder] -->  <!-- [et_pb_line_break_holder] --><\/style>\n<p>[\/et_pb_code][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section][et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; 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